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TJ enterra chacrinha tucana contra Pitta

A chacrinha contra o prefeito de São Paulo, Celso Pitta, sofreu, entre tantas outras, mais uma derrota na Justiça. Na quinta-feira passada, o presidente do Tribunal de Justiça (TJ) de São Paulo, Márcio Martins Bonilha, sepultou a tentativa de atropelo ao regimento, à Lei Orgânica do Município e à Constituição do Estado comandada pelo bloco tucano na Câmara Municipal, indeferindo o mandato de segurança que pedia que a votação do impeachment fosse aberta.

O regimento da Casa, a Lei Orgânica do Município e a Constituição estadual determinam que a votação do afastamento de prefeitos e vereadores seja realizada por voto secreto, mas alguns parlamentares queriam mudar essa regra na apreciação das acusações mentirosas lançadas contra o prefeito pela ex-primeira-dama.

Esse mandato de segurança já havia sido rejeitado, por 24 a 0, pelo Tribunal de Justiça em votação plenária. Com a decisão tomada por Márcio Martins Bonilha, o "bloco" tucanista quer ainda tentar se escorar em um recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF) antes da votação da Câmara, marcada para essa quarta-feira.

Redação

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