| Cartas
Novamente
a incrível notícia de que tropas do Exército invadem Minas Gerais para defender de
invasão a fazenda do Sr. Fernando Henrique. Com que direito? Sobre qual fundamento legal?
Ao final do II Império o Exército recusou-se, veementemente, inclusive com petição do
Clube Militar de outubro de 1887, a cumprir a vergonhosa missão de capitão-de-mato que o
"1º ministro" Cotegipe queria lhe impingir. Mudou o Exército? Ou se presta a
ser apenas guarda-pretoriana de Pretor com 70% de rejeição? Escolha difícil!
Coronel do
Exército Manoel Luiz Braga Vieira, autor do livre "A Muralha Violada" - Belo
Horizonte (MG)
Concordo em número, gênero e grau
com tudo que está dito aqui. Quando será que a nossa política vai se renovar? Será que
as "forças ocultas" permitirão que tenhamos presidentes independentes? Pelo
que se tem visto, todo presidente que tenta ser independente sofre embargos econômicos e
fica impedido do exercício democrático do livre comércio. Que os governantes do mundo
evoluam e sejam mais solidários com seus semelhantes. Admiro a coragem de pessoas como as
que escrevem nesse jornal.
Rosa Maria
- por E-mail
Amigos, estou estupefato: dentro de
uma suposta repartição diplomática, um Consulado, os judeus aliciavam nossas crianças
para fazer safadezas dentro e fora do Brasil, inclusive com eles. O Consulado Sionista
Pornô, em Copacabana, Rio de Janeiro, tinha de tudo, menos trabalho. Era um entra e sai
de meninas e meninos, todos menores de idade, que lá iam à procuram de algum dinheiro
para praticarem sexo de todas as formas, levados por um "professor" de hebraico.
Existiam fotos e fitas de crianças nuas comprovando isso, espalhadas por todo o gabinete,
mas o que estava mais escondido, o digníssimo Sr. Cônsul sionista tratou de levar aonde
só Deus sabe: o computador foi carregado às pressas, para que não se revelasse mais
lama ainda. No Consulado Pornô apareceram fotos do tal professor de hebraico e o Cônsul
se abraçando deliciosamente numa praia. Até aí, é questão de opção sexual. Mas
envolver crianças brasileiras, chegando a colocar uma menina nua na capota do automóvel
do Consulado para ser fotografada, num flagrante ato de pedofilia, é demais. Aonde fica,
agora, aquela moral religiosa, austera, carrancuda, respeitosa? A máscara do sionismo,
dentro do Consulado Pornô, caiu literalmente, provando que ninguém é santo, ninguém é
eleito, que o mundo é igual, seja qual for o ser humano, sua cor, sua religião.
Fernando
Al-Egypto - Rio de Janeiro (RJ)
Nossa legislação tem contribuído
para a destruição de nossas crianças, pois não exitem leis para beneficiar os mais
pobres e nem que protejam nossos adolescentes. Estou me referindo ao trabalho infantil.
Temos que apoiar, primeiro, os pais desses adolescentes que, por falta de um salário
digno, concordam que seus filhos sejam explorados. Está na hora do governo fazer alguma
coisa, punindo os exploradores e reconhecendo que uma criança pode render mais quando é
ensinada e, acima de tudo, dando o que a elas pertence: saúde e educação.
Gerson
Pereira dos Santos - São Paulo (SP) |