logo.gif (2326 bytes)

|  Páginas: 1  2 3  4  5  6  7  8  |  Índice das Matérias  |  Edições Anteriores |

CARTAS

Jerusalém dividida

Arafat foi ao Marrocos tratar com o rei daquele país, Muhammad VI, e com diversas autoridades islâmicas, a não permissão do mundo muçulmano ao domínio judaico sobre Jerusalém. Está aí o impasse. Judeus querem que a cidade seja sua capital, a mesma pretenção palestina. O mais sensato seria dividir a cidade ao meio para agradar as duas partes, sendo cada metade capital de um país. Palestina e Israel teriam controle sobre o seu pedaço. Todavia o problema é que Israel quer a cidade inteira, não admitindo a supremacia palestina no setor oriental, onde se encontra maioria esmagadora de população árabe e diversas mesquitas, inclusive a mais antiga delas, construída no local de onde o profeta Muhammad ascendeu aos céus, que é a Mesquita de Al Aqsa.

Fernando Al-Egypto - Rio de Janeiro (RJ)

Arafat: tudo ou nada

O fracassado processo de paz entre palestinos e sionistas ficou comprovado com a parcialidade de Clinton em favor dos judeus. Arafat deve reunir seu povo e partir para o tudo ou nada.

Muffarraj Filastin - Damasco (Síria)

O preço da dignidade

O preço da dignidade, às vezes, pode ser alto. Foi o preço que Brizola pagou por não se dobrar, não se vender, não recuar um milímetro sequer em seu compromisso ideológico com o povo e com o Brasil durante o processo eleitoral no Rio de Janeiro. Tenho orgulho do meu voto e do meu candidato, que representam um sonoro NÃO! a essa situação de calamidade em que o Brasil foi atirado pelos emplumados tucanos nos últimos anos. O Brasil e o Rio perderam as eleições, mas venceu a dignidade. Valeu Brizola!

Jurandir Everton de Castro - Rio de Janeiro (RJ)

Noivos do voto

Os noivos do voto, ansiosos pelo conúbio com o poder, estão fazendo as mais absurdas demonstrações de imediatismo, corporativismo e superficialismo. Mas, são brasileiros; e merecem, até prova em contrário, nossa paciência. Envio algumas convicções e sugestões, apimentadas e lancinantes, para exercício eleitoral da maioria destes candidatos; para uso amplo, geral e ilimitado: em todas as repartições pública do país, vamos colocar placas de bronze com as palavras consciência, honestidade e responsabilidade. Não se poderá começar nenhuma reunião, em território nacional, sem antes ler e entender estas palavras; entendemos, de forma definitiva, que cargo público não deve ser remunerado com salários que afrontem os trabalhadores mais humildes da comunidade. Nós valemos tanto quanto eles; não permitiremos que nenhum político tenha imunidade parlamentar. Na menor comprovação de fraude ou crime, perde-se o mandato e os bens. E nunca mais poderá pensar em disputar cargo público.

Renzo Sansoni - Uberlândia (MG)

|    Imprimir   |   Converse com Editor  |