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Basquete feminino e velocistas: a estampa da garra brasileira

Apesar de não ter conquistado um bom desempenho no quadro geral de medalhas, o Brasil mostrou grandes revelações que, acima de tudo, levaram o coração para garantir medalhas. Exemplo disso foram as conquistas do revezamento 4x100 metros masculino, medalha de prata, e a seleção brasileira de basquete feminino, medalha de bronze.

Mesmo sem nenhum incentivo, a equipe brasileira do revezamento composta por Vicente Lenílson, Edson Luciano, André Domingos e Claudinei Quirino se superou e garantiu a medalha. "Essa medalha não é só do Claudinei. É de todo povo, é dos miseráveis", afirmou Quirino emocionado, denunciando o descaso do governo federal com o esporte que sequer tem uma pista para os atletas poderem treinar. "Nós não temos condição nenhuma de trabalho e, mesmo assim, somos ouro. Não falem que essa medalha é de prata", destacou.A jovem equipe feminina de basquete também conquistou uma grande vitória ao conquistar a medalha de bronze. Mesmo não sendo favoritas, as meninas mostraram garra e muita determinação para conquistar o terceiro lugar. A medalha veio na prorrogação com a vitória de 84 a 73 contra a Coréia do Sul.

"Teríamos que levar uma medalha de qualquer jeito. Nós não viemos aqui para ficar em quinto ou sexto. Viemos para ficar entre as quatro melhores. Com certeza essa foi minha última Olimpíada e a última partida pela seleção", afirmou a veterana Marta.

Redação

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