logo.gif (2326 bytes)

|  Páginas: 1  2 3  4  5  6  7  8  |  Índice das Matérias  |  Edições Anteriores |

Provocação de Sharon faz explodir mais revolta em Jerusalém Oriental

"Assassino, fora daqui", era a palavra de ordem de centenas de palestinos condenando a provocação do ex-primeiro-ministro israelense Ariel Sharon - líder do Partido Likud - que esteve no centro velho de Jerusalém.

Sharon foi o mentor da ocupação do Líbano, que durou 22 anos. Em 1983, ele teve que renunciar ao cargo por ser responsável de ter acobertado o massacre de centenas de palestinos nos campos de refugiados de Sabra e Shatila, na capital libanesa de Beirute.

A ida de Sharon causou indignação na população palestina da região. Os manifestantes enfrentaram a polícia israelense - que tentou impedir os protestos com bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha - com pedras.

O presidente da Autoridade Nacional Palestina, Yasser Arafat, afirmou que a visita "foi muito perigosa" e conclamou as nações árabes a proteger o local sagrado. Poucas horas antes, o primeiro-ministro israelense Ehud Barak, admitiu que Jerusalém será a capital tanto de Israel como do futuro Estado Palestino.

Redação

|    Imprimir   |   Converse com Editor  |