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| A chacina covarde que indignou o mundo: o pai de Mohamed tenta protegê-lo, pede que não disparem, mas os soldados israelenses atiram à queima-roupa, repetidamente, e assassinam o menino de 12 anos Flagrado e exposto no mundo todo, o exército de Barak admitiu ter assassinado o menino. Mas como todo porco, a confissão é só para fugir da responsabilidade. Vice-chefe do estado maior disse que "visibilidade não era a de um polígono de tiro" e culpou a vítima "por estar em manifestação" Redação |
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