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 Líder tucano tenta oficializar a agiotagem estrangeira no país

O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio, lançou mão de mais uma tentativa de golpe contra o novo governo e contra a maioria esmagadora do povo que o elegeu. Trata-se de um balaio de gatos com sete projetos de lei, pretendendo - sob a égide de uma suposta “regulamentação” do sistema financeiro – instituir a “independência” do Banco Central, autorizar a participação do capital estrangeiro no Sistema Financeiro Nacional e ampliar a farra da Previdência Privada. Ou seja, na síntese, o que quer o tucano é tentar devolver o controle do país ao monopólio financeiro estrangeiro.

Esse tipo de proposta já chegou a ser especulada durante o governo Fernando Henrique, principalmente, na segunda metade de seu segundo mandato, quando já parecia inevitável a varredura de tal política econômica. No entanto, os agiotas estrangeiros não se empenharam em pleitear a “independência” do Banco Central. Nem era preciso, pois o presidente do BC, seus diretores e o resto do governo, principalmente o presidente, estavam exclusivamente a serviço deles e, portanto, não necessitavam, momentaneamente, de um fantoche com mandato no BC.

Com a eleição de Lula as coisas mudaram e a campanha pela dita independência do BC passou a ser defendida insistentemente pelo braço impresso do capital estrangeiro e seus funcionários do PSDB. A única coisa que querem é que o BC seja independente do povo e dependente deles.

Em suma, os monopólios bancários, isto é, os bancos estrangeiros, não se contentam mais em “influenciar” os bancos centrais - ou seja, a política monetária - dos países. Querem mandar no dinheiro e usurpar a parte da gestão econômica que lhes interessa - a gestão do dinheiro público, da remuneração sobre os títulos públicos, e do crédito. Isso, sem terem sido escolhidos para isso pela população, pela sociedade, pelo povo. Muito pelo contrário, contra a população, a sociedade e o povo.

Redação

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