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Os assaltantes ianques
esperavam roubar diariamente 350 mil barris de petróleo pela Turquia. Da sexta,15 à
quarta, 20, pelo menos 48 invasores e colaboracionistas foram abatidos, sendo 14 deles
mortos Em mais uma profícua
jornada de trabalho, a Resistência iraquiana abateu, no período da tarde da última
sexta-feira dia 15 à tarde de quarta-feira dia 20, pelo menos 48 invasores e
colaboracionistas, 14 deles mortos, e ainda golpeou o assalto de Bush ao petróleo
iraquiano, rompendo o duto que conduz dos campos do norte à Turquia, apenas 48 horas
após sua reabertura. Os assaltantes ianques esperavam roubar diariamente 350 mil
barris de petróleo por ali e o conserto deverá levar até 30 dias. O ataque que
foi seguido por outro - foi levado a cabo nas imediações de Baji, ao norte de Tikrit.
Chamas de 60 metros irromperam, para desespero da quadrilha de Bremer. Ação anterior da
Resistência havia inviabilizado o roubo de Bush, o que agora se repete. O que não falta é
emboscada. Na quarta-feira dia 20, nas imediações de Divania, a 180 km ao sul de Bagdá,
o ataque foi a um comboio de suprimentos ianque, matando dois soldados e ferindo seis. Uma
das mortes ocorreu quando dois veículos ianques se chocaram em meio ao tiroteio. O
comboio era do 3º Batalhão do Comando de Suporte, que opera a partir do Kuait, unidade
que vive sendo recheada com chumbo quente. Em Tikrit, a cidade
natal do presidente Sadam, emboscada da Resistência no mesmo dia matou um soldado ianque,
mais um colaboracionista que trabalhava como intérprete, e feriu quatro. Eles faziam
parte de um comboio de três veículos que circulava na área do mercado da cidade, em
operação de perseguição. De caçadores, acabaram virando a caça. O ataque
ocorreu por volta do meio dia e depois os combatentes iraquianos puderam se retirar com
tranqüilidade. Das ações de terça-feira, não conseguimos detalhes embora
saiba-se que são 40 ataques em média por dia. Na segunda-feira dia
18, um artefato explosivo matou outro invasor ianque e feriu três, no distrito de
Karradah, em Bagdá uma área predominantemente de xiitas iraquianos. O morto era
um oficial, revelou o comando ianque, que não divulgou seu nome. O morto e feridos
pertenciam à 1ª Divisão Blindada do exército dos EUA. O oficial chegou a ser conduzido
a um hospital ianque, mas não resistiu aos ferimentos. No domingo dia 17, um
soldado dinamarquês subordinado aos Ratos ingleses em Basra, foi
morto em enfrentamento com iraquianos. Foi o primeiro dinamarquês abatido no país, por
ter ido para terra alheia ajudar ao assalto do petróleo iraquiano. No mesmo dia, as
tropas ianques assassinaram com tiro de tanque o cinegrafista da Reuters, Mazen Dana, que
fazia uma reportagem junto à prisão de Abu Graib, que fora atacada pela Resistência no
dia anterior. Já no sábado, dia 16,
três soldados ianques morreram e cinco ficaram feridos na emboscada nas imediações de
Baqba, a noroeste da capital. Depois de detonarem um explosivo fabricado com quatro peças
de artilharia de 155 milímetros, os combatentes iraquianos dispararam com fuzis
Kalachnikov e lança-granadas contra o comboio ianque, composto de vários tanques Abraham
M-1, veículos blindados de transporte de tropas e jipes Humvee estes já
vêm sendo chamados de caixões volantes pela facilidade com que viram
destroços fumegantes. Em Mossul, a
Resistência acertou em cheio e o chefe dos colaboracionistas na
polícia da cidade, mais dois de seus capangas, foram mortos no mesmo
dia. Na emboscada, outros 14 traíras ficaram em pandarecos. Na véspera, um oficial inglês foi morto em Basra, pela explosão de uma bomba detonada à distância, e mais dois ficaram feridos, quando seu veículo passou no local. Nesse mesmo dia, a estranha epidemia de soldados que morrem dormindo, que já vinha atingindo os ianques tinham tido dois casos em cinco dias , alcançou o contingente inglês. O soldado inglês morreu dormindo, comunicou o comando invasor. Com sua invulgar modéstia, a Resistência apenas registrou: um invasor a menos. Até que o invasor se retire, é todo dia assim. ANTONIO PIMENTA
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