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Com a falência da
Enron, começou a aparecer um estouro atrás do outro na terra de tio Sam, expondo assim a
podridão do sistema econômico ianque. Em meio a um dos maiores escândalos, figura o
vice-presidente de Bush, Dick Cheney - que assim como seu chefe está envolvido em fraudes
contábeis bilionárias e estelionatos. Entre as práticas
criminosas, Cheney promoveu na Halliburton - empresa de energia de Houston da qual ele era
presidente até o ano 2000 - fraudes contábeis onde lançava como lucros os custos da
empresa, valorizando artificialmente ações e lucrando as burras com a fraude. Conforme
entrevista publicada no semanário Newsweek, Davis Lesar, diretor executivo da
Halliburton, afirmou que Cheney tinha conhecimento detalhado de que a petroleira
apresentava custos como lucros na sua contabilidade. Além disso, Dick
Cheney está sendo processado pela organização de defesa dos direitos legais, Judicial
Watch, por haver enganado os acionistas da Halliburton, corporação que dirigiu durante 5
anos. Neste caso a receita foi inflada em dezenas de milhões de dólares por
baixo, denuncia o conselheiro-geral da Judicial, Larry Klayman. No total, as fraudes e
golpes nos EUA - das quais participam em várias delas Bush e seu vice Cheney - chegam a
US$ 14 bilhões, entre falsificação de lucros e superfaturamento de ações, enganando
os pequenos investidores. Ou seja, sequestrando as economias domésticas de
milhões de pessoas. Agora, depois da agressão ao Iraque, Bush está dando de presente contratos bilionários a corporações ligadas ao esquema de corrupção da Casa Branca, para a construção da infra-estrutura de pilhagem do petróleo iraquiano. E, como não poderia ser diferente, os contratos incluem também um acordo multi-bilionário com a subsidiária da empresa Halliburton, que pertence a Cheney. Redação
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