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Através de Medida
Provisória assinada no último dia 25, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou
o Banco do Brasil a criar duas subsidiárias: um banco (Banco Popular do Brasil) e uma
administradora de consórcio voltados para clientes de baixa renda, em mais um esforço do
governo para a reativação da economia. O banco vai operar
principalmente com microfinanças, isto é, com pessoas de baixo poder aquisitivo,
englobando o chamado mercado informal. A meta do Banco do Brasil é atingir cerca de 1
milhão de clientes até 2004. Entre os serviços
oferecidos pelo estarão conta eletrônica, cartão de crédito, aplicações em
poupança, fundos de investimentos (RDB e CDB), empréstimos pessoais e pagamentos de
contas. Quanto à
administradora de consórcio, o objetivo é alcançar 125 mil planos de consórcios já no
primeiro ano, envolvendo créditos da ordem de R$ 300 milhões, com negócios de bens
duráveis, como veículos, motocicletas, máquinas e equipamentos agrícolas e
rodoviários. Na mesma linha de
atendimento os consumidores de baixa renda, a Caixa Econômica Federal reduziu os juros de
5% para 2,5% ao mês para essa faixa de clientes. Segundo o presidente da CEF, Jorge
Mattoso, é o início de um esforço conjunto de redução das taxas de juros
praticadas no Brasil. Lançada há três meses, a conta simplificada da Caixa já atingiu 200 mil contas, com previsão de atingir 500 mil até o final do ano. Essas contas receberão microcréditos entre R$ 200 e R$ 300 a partir do quarto mês da abertura. É preciso oferecer às pessoas com dificuldades de acesso ao sistema bancário uma conta de baixo custo e abertura simplificada, disse Mattoso. Redação
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