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De sábado 21 a
terça-feira 24, a Resistência iraquiana voltou a desfechar uma saraivada de golpes no
invasor. Segundo o capitão Burris Wollsieffer, do 3º Regimento de Cavalaria Blindada,
é uma coisa de louco. Completamente não-convencional. É guerra de
guerrilhas. Ele tem toda razão. Em Hit, dois soldados
ianques ficaram feridos quando seu veículo foi atingido, ao meio-dia, por uma mina
iraquiana. Na madrugada do domingo para segunda 23, dois soldados ianques foram mortos e
outros quatro feridos em emboscada contra comboio militar na região de Jan Azad, a 20 km
ao sul de Bagdá. Também ocorreram emboscadas em Jalidia e Hiania, a oeste de Bagdá, com
granadas contra patrulhas do exército ianque. Em Ramadi, a oeste de
Bagdá, o invasor não teve descanso. Durante a noite e a madrugada de 23 para 24,
terça-feira, forças ianques foram atacadas na estrada perto de Ramadi, dois invasores
feridos. Na região de Sadifia, um comboio foi atacado com morteiros, destruindo um
tanque; um ianque morreu e cinco ficaram feridos, sendo transportados de helicópteros. Em
outros dois ataques, o primeiro na madrugada, com um veículo iraquiano arremetendo contra
um posto de controle ianque; o segundo, horas mais tarde, nas proximidades. Em outra
emboscada, um grupo de soldados ianques foi atacado com tiros de metralhadora perto da
mesquita Sadam, resultando em quatro feridos. Em Faluja, a
Resistência disparou mísseis contra tanques ianques posicio-nados perto da usina
elétrica. Em Al-Dura, a 20 km ao sul de Bagdá, granada foi arremessada contra um
veículo militar ianque. Também em Bagdá não houve sossego para o invasor. No bairro de
Az-Azura, um comboio ianque foi atacado a tiros durante 15 minutos; numa das principais
ruas comerciais da cidade, ouviu-se uma explosão. Sem dados sobre as baixas. Ao todo, em
um só dia, o comando ianque acusou 25 golpes e isso foi só uma parte do que
efetivamente ocorreu. Redação
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