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Um dos principais
projetos educacionais do Grupo Cultural Jongo da Serrinha é a sua Escola de Jongo, que
utiliza a arte como instrumento de socialização, educação e a geração de renda,
criando alternativas sociais para os moradores da comunidade. Para abrigar as atividades
da Escola, o grupo inaugurou em junho de 2001 o Centro Cultural Jongo da Serrinha,
oferecendo, de segunda à sábado, aulas grátis de música, dança, teatro, capoeira e
artes plásticas para crianças e jovens de até 18 anos, tendo que ser da comunidade e
adjacências que sofrem com a exclusão social, o subemprego e a violência. Como essas atividades
são produzidos espetáculos artísticos visando a profissionalização. No Centro Cultural,
além das oficinas da Escola de Jongo, são realizados eventos, ensaios, palestras,
exposições e apresentações do Jongo da Serrinha e de outros artistas que busquem o
espaço para promover a cultura. Seus eventos divulgam o
grande potencial cultural afro-brasileiro da localidade, transformando o histórico Morro
da Serrinha num ponto turístico e pólo cultural alternativo do Rio de Janeiro. O Centro Cultural
funciona recebendo permanentemente os visitantes com a presença de funcionários e
voluntários que estão aptos para orientarem sobre o jongo e o samba, suas origens, a
história da comunidade da Serrinha e as atividades da Escola de Jongo e do Grupo
Cultural. Devido a qualidade do
trabalho desenvolvido pela Escola de Jongo, em 2001, o grupo aumentou o número de alunos
de 50 para 240 crianças e jovens atendidos por dia, além de creche para 120 bebês, de 0
a 4 anos, recentemente inaugurada. A creche recebeu o nome de Tia Maria do Jongo, uma
homenagem à atual matriarca do Jongo da Serrinha. Redação
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