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O argumento de que a deposição de Saddam serviria para  “reestabelecer” a “democracia” no Iraque, a cada dia que passa, se torna mais cínico e ridículo. Os Estados Unidos estão, a olhos vistos, preocupados apenas em se apossar das riquezas iraquianas e, com tanta ganância, que nem mesmo fazem questão de esconder. O petróleo, e só o petróleo, era o objetivo ianque no Iraque. Agora, se apropriam dos poços de petróleo de forma desesperada, nomeiam uma série de boçais publicamente ligados aos cartéis petrolíferos norte-americanos e chegam a anunciar metas de produção de petróleo para os próximos anos. Isso sem mencionar os lucros exorbitantes alferidos pelas empresas de petróleo (Shell, Texaco, Esso) desde o início dos ataques! A que ponto chegamos! Pena que alguns poucos órgãos de imprensa íntegros e corajosos, como a Hora do Povo, podem deixar a população a par do que realmente está se passando naquele país. É preciso denunciar, é preciso deixar claro, para o mundo todo, qual a verdadeira intenção dos Estados Unidos ao desencadear essa guerra covarde e sangrenta.

Oswaldo H. Freitas - São Paulo (SP)

Nota da Redação: Com todo o aparato de mídia para difundir canalhices, leitor, 90% - ou mais - do mundo quer, no mínimo, botá-los na cadeia. E  obrigado pela parte que nos cabe.

A única reforma tributária justa, e aceitável, é aquela voltada para taxar o sistema financeiro, que vem lucrando os tubos, uma verdadeira aberração, sem qualquer controle ou regulamentação nos últimos anos. A produção já está mais do que sobretaxada, tanto que não consegue produzir, ainda mais com esses juros absurdos - cobrados por esses mesmos bancos - que vigoram desde o governo de Fernando Henrique Cardoso. Aliviar a produção, nesse momento, é chave para o desenvolvimento do país e para a geração de empregos. Além do que, até onde eu sei, não existe um único país do mundo onde os bancos deitam e rolam tanto quanto aqui. É hora do governo atentar para esse escândalo que representa os balanços de lucratividade dos bancos no Brasil. Reforma tributária para os bancos, maiores sanguessugas do povo e da produção brasileira!

Ernesto Xavier - Rio de Janeiro (RJ)

Aquele que domina todos os campos da atividade humana no Ocidente, dispõe em organismo internacional do pequeno satã, seu braço armado, com uma máquina de fazer inveja ao German Propaganda Director for the Nazis – “Uma mentira repetida 1000 vezes...”. Com tropas aprestadas nas ruas e 200 bases espalhadas pelo mundo, para derrubar uma ditadura ou criar outra, à imagem de sua “democracia”, satãzinho sempre usa o direito de veto, já que aquilo que foi criado para o bem-estar do grande satã, que é quebrar países terceiro-mundistas, fazendo-os reféns do solar através da especulação das bolsas do agiota internacional. O limite das fronteiras do grande satã é a boca dos canhões, o alcance dos mísseis do pequeno. Basta precisar de petróleo para mover a máquina (que impõe o capital internacional), ele sai em defesa de algum país e lá fica aboletado. A bola da vez é petróleo, gás, recurso hídrico. Em 1975, os colonizadores abandonaram o Timor Leste nas mãos, digo, nos pés do vizinho, sem que aparecesse um “conselho” para impedir a carnificina. Eles precisarão de recurso hídrico neste século, que será trocado pelas nossas dívidas. A Amazônia será a bola da vez.

Cezar Carvalho, coronel de infantaria – Taguatinga (DF) 

Nada há que justifique grafar o nome de Sadã Hussein com dois dês (dd) e com m final. A palavra é árabe, e não inglesa. Os americanos usam dois dês (dd) porque, se escreverem com um dê só, a pronúncia ficará alterada: em vez de Sedame, ficará Seidame. Embora o sistema ortográfico deles seja absurdo, há nele regras que funcionam; esta é uma: a vogal seguida de consoante dobrada (consoante dobrada, e não duas consoantes diferentes) é breve (e não longa) em 95% dos casos, ou seja: com raríssimas exceções. Exemplo: diner, pronúncia: dainer; dinner, pronúncia: dínar. Quanto ao m final, basta considerar que, em português, ele não atrai a tonicidade. Veja Amam, Cantam, ficam, lembram... Não é questão de gramática: é questão de lógica: se a pronúncia é Sadã, escrevamos Sadã, tal como em amanhã, Guriatã, Irã, maçã, rolimã... Outra grafia que deve ser corrigida é a de Cueit. Perguntei a um árabe como era o nome do país, e ele pronunciou Cueite, exatamente como os árabes pronunciam. Os brasileiros escrevem Kwait para imitar os americanos, e pronunciam Cuaite. Nada justifica o uso de grafia inglesa e pronúncia não-árabe.

Diógenes Magalhães – Rio de Janeiro (RJ)

Nota da Redação: Muito interessantes as suas considerações, leitor.

 
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