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Salim, presidente da Confederação Geral dos Trabalhadores:

“Com Lula, para erradicar a miséria e a pobreza”

VII Congresso Nacional da CGT, realizado em Praia Grande, afirmou a unidade do movimento sindical brasileiro em apoio às mudanças, ao Fome Zero e à retomada do  desenvolvimento

“Temos um grande compromisso com o progresso do Brasil, com a Nação, com a justiça social, com a luta dos trabalhadores brasileiros. Vamos acabar com a injustiça, com a miséria e a fome no país, em conjunto com o projeto Fome Zero do presidente Lula”, afirmou o presidente da Confederação Geral dos Trabalhadores (CGT), Antonio Carlos dos Reis (Salim), no 7º Congresso da entidade, realizado nos dias 8 e 9 de maio, em Praia Grande, no litoral paulista.

Na abertura do evento, que contou com a presença de ministros e lideranças das centrais e das confederações, Salim foi homenageado “pela sua luta em defesa dos trabalhadores e por seu compromisso com a CLT”. Salim recebeu a placa e a medalha Getúlio Vargas, da Central Geral dos Trabalhadores, que lhe foi entregue pelo tesoureiro nacional da CENTRAL, Lindolfo dos Santos Neto.

“Estamos aqui em defesa da Previdência Pública, dos direitos dos trabalhadores, da unicidade sindical, da contribuição confederativa, da Paz no mundo, do desenvolvimento com autodeterminação, da participação nas reformas estruturais, para que o Estado proteja o bem comum”, sublinhou Salim.

De acordo com o presidente da CGT, que foi reconduzido ao cargo, o movimento sindical está se unindo “nesta luta para que juntos conquistemos um Brasil melhor, com justiça social, salário e emprego”.

“O presidente da República, por recomendação do ministro do Trabalho e Emprego, solicitou (e a mesa do Senado Federal acatou o pedido) a retirada do mal fadado projeto de lei que mutilava a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O Senado sepultou de vez o famigerado projeto neoliberal que previa a modificação do seu artigo 618. Criada por Getúlio, uma legislação de 60 anos que ainda interessa aos trabalhadores, pois representa amparo e é garantia dos seus direitos”, acrescentou.

Conforme destacou Salim, a unidade entre centrais e confederações servirá para “avançarmos na construção do Fórum Nacional dos Trabalhadores, numa ação firme por um país justo e soberano”.

O secretário nacional do Ministério do Trabalho e Emprego, Luiz Dulci, declarou que “temos que estar juntos e integrados com a política do presidente Lula, por um Brasil justo e melhor para o nosso povo, pois a nossa pauta é pelo desenvolvimento sustentável do país, pela retomada da justiça social e da soberania. Um  novo Brasil, para que seja erradicada a fome, a pobreza e o desemprego”.

Frei Beto, assessor especial do presidente Lula, frisou em seu pronunciamento a importância da “unidade do movimento sindical se somar junto ao Programa Fome Zero. Para acabarmos com a fome, é fundamental que as centrais sindicais, as confederações, as federações e os sindicatos organizem e montem os comitês para cadastrarem as famílias em todo o Brasil e também organizem as campanhas de arrecadação de alimentos”.

O ministro do Trabalho, Jacques Wagner, convocou os sindicalistas a se somarem com o governo na grande mobilização nacional pela retomada do desenvolvimento econômico, que significará mais salário e mais emprego.

ADEMAR COQUEIRO

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