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Estamos vivendo
no Brasil um novo momento histórico. A sociedade brasileira está escrevendo uma nova
página na história do país, em conjunto com o novo presidente, integrado com a
sociedade, que tem esperança em um país melhor para os trabalhadores, em que possamos
ter, na verdade, uma melhor distribuição de renda, e que esse processo perverso do
desemprego, da fome, da miséria, da falta de segurança, da falta de habitação, tenha
um fim, com uma população mais igualitária. Essa confiança eu tenho. E tenho
transmitido isto para as nossas lideranças, afirmou José Calixto Ramos, presidente
da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria (CNTI). O sindicalista
destacou que na reforma previdenciária, nós defendemos uma contribuição para os
trabalhadores da iniciativa privada de um piso de 20 salários mínimos, para a
continuidade de uma Previdência auto-sustentável. E no Conselho de Desenvolvimento
Econômico Social, nós sugerimos uma previdência única em geral, com a exceção das
carreiras típicas de Estado, que o governo deveria negociar diretamente, como militares e
os juízes. Em relação à
taxação dos inativos, a cobrança que querem fazer, pode se negociar acima do teto de R$
4.800, apontou Calixto, lembrando que sobre a reforma trabalhista, a nossa
posição é de não mexer naquilo que foi conquistado ao longo do tempo, assim como a
estrutura sindical, que tem que ser mantida. Redação
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