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A Comissão
Parlamentar de Inquérito (CPI) do Banestado aprovou a quebra de sigilo bancário das
empresas DM Construtora de Obras Ltda. e Rodoférrea Construtora de Obras. Os
deputados que integram a CPI requisitaram a quebra de sigilo no período de 1996 a 2003,
onde as empresas pertencentes ao grupo liderado por Darci Fantim realizaram diversas
operações irregulares com integrantes do banco paranaense durante o governo Jaime
Lerner. As investigações das
operações ilícitas das construtoras começaram a ser apuradas após a posse do
governador Roberto Requião, que determinou investigação de todas as irregularidades
cometidas no governo do seu antecessor. Entre as
irregularidades listadas pelo Banco Central, estão a realização de
empréstimo sem garantia, descontos sob saldo devedor sem fundamentação técnica e
recebimento de títulos sem aceitação no mercado para quitar débitos. Os processos de ativos
do Banestado incorporados pelo governo, no valor de R$ 1,5 bilhão, atualmente sob a
guarda da Agência de Fomento do Estado, serão também investigados pela CPI. Foi
aprovada ainda a quebra de sigilo das auditorias internas do banco, realizadas entre 1995
e 2000. Redação
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