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Paulo Sabóia, coordenador do 2º Congresso da CGTB-SP: Bandeira
da unicidade soma forças pelo desenvolvimento A
unicidade garante entidades fortes, fundamentais para a manutenção e ampliação dos
direitos sociais e trabalhistas, de maiores salários e mais empregos. Ao lado do
presidente Lula, vamos recolocar o Brasil nos trilhos do desenvolvimento, afirmou
Sabóia, diretor do Sindpd-SP A bandeira da
CGTB de defesa da unicidade sindical têm selado uma união de força pelo
desenvolvimento. A unicidade garante entidades fortes, fundamentais para a manutenção e
ampliação dos direitos sociais e trabalhistas, de maiores salários e mais
empregos, afirmou Paulo Sabóia, diretor do Sindicato dos Trabalhadores em
Processamento de Dados do Estado de São Paulo e coordenador do 2º Congresso estadual da
Central Geral dos Trabalhadores Brasil. O 2º Congresso da CGTB
de São Paulo será realizado nos dias 26 e 27 de setembro na cidade de Praia Grande e,
segundo Sabóia, representa a continuidade da bandeira de grandes lutas Conclat,
ocorrendo no momento em que os trabalhadores estão sendo conclamados a estar ao lado do
presidente Lula, para realizarmos as grandes mudanças nacionais e recolocar o Brasil nos
trilhos do desenvolvimento, com uma política de geração de milhões de empregos. Estão havendo
grandes mobilizações e adesões de inúmeras federações e de sindicatos dos mais
diversos setores de todo o Estado rumo ao Congresso, porque hoje o nosso principal papel
é realizar as transformações sociais que o Brasil tanto precisa, concluindo a obra
iniciada pelo estadista Getúlio Vargas com a Revolução de 1930", acrescentou. Conforme informou Paulo
Sabóia, nosso 2º Congresso vai trazer o que tem de mais expressivo no movimento
sindical, debatendo com autoridades como Osvaldo Vargas, secretário Nacional do
Ministério do Trabalho e Emprego; o delegado Regional do Trabalho, Heguiberto Guiba Della
Bella Navarro; o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social
(BNDES), Carlos Lessa; Miguel Rosseto, ministro do Desenvolvimento Agrário; o presidente
da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria, José Calixto Ramos; o
presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura, Artur Bueno
de Camargo, dentre outros. Nós defendemos
uma proposta bastante forte de unificar integralmente o movimento sindical com a criação
de uma única central sindical, onde nós teríamos o retorno, com as origens da Conclat,
do Comando Geral dos Trabalhadores, num momento histórico, onde temos um presidente
oriundo da classe operária. Vamos somar a unidade de trabalhadores com essa vontade
política governamental, sublinhou. Sabóia lembrou que
hoje mais da metade do movimento sindical não está ligada à central nenhuma. Um
processo de eleição direta pelos dirigentes sindicais, que é isso que a gente está
levando como proposta, iria contemplar todos esses setores engajados nessa estrutura.
Teria que haver uma composição das centrais com o movimento que está excluído dessa
organização para compor uma grande, real e unitária central, que daria um vigor e uma
força única para alavancar o desenvolvimento. Vamos dar a nossa
contribuição para que as coisas avancem e possamos influir decisivamente na economia, na
questão da saúde, da estrutura do serviço público, podendo fluir e ocupar os espaços
que estão se abrindo com propostas, com a qualidade que o movimento sindical tem,
defendendo os interesses dessa grande maioria. Porque hoje, o Brasil ainda padece de
problemas como ser um dos países de maior concentração de renda no mundo. São dados do
Banco Mundial, depois de Serra Leoa, de Burundi, nós somos o país onde se existe a maior
concentração de renda. É a herança de uma política de entrega do país, de
privatizações, uma página que temos de virar, ressaltou. O principal
aprimoramento que nós acreditamos que deva ser dado é a aplicação da CLT ao conjunto
dos brasileiros. Isso é proporcional a uma onda de desenvolvimento, um tufão, um
furacão, porque iria inserir milhões de trabalhadores na economia forma. Hoje, o
trabalhador está sendo chamado a postos no governo, está sendo chamado a participar nas
estruturas. Então, mais do que nunca, precisamos de uma forte e inquebrantável unidade
que organize o trabalhador pela defesa do Brasil e dos seus direitos sagrados. Este
congresso vai representar um esforço e um apoio enorme para o país, para o
desenvolvimento da nossa Nação, para a libertação das amarras do capital financeiro
internacional, que há tantos anos impedem que o Brasil cresça, concluiu Sabóia. Redação
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