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Ianques
admitem que a Resistência aumentou ações em 70%. 26 invasores abatidos em 3 dias Queimem! Queimem,
infiéis!, bradou a multidão de iraquianos no momento em que um jipe militar ianque
pegou fogo após ser atingido no dia 9, terça, na cidade de Faluja, às 10:00h da manhã.
Os residentes de Faluja a 60 quilômetros a oeste de Bagdá - comemoraram perto do
local em que o veículo explodiu ao passar sobre uma mina antitanque, deixando três
oficiais americanos feridos. No dia seguinte, quarta-feira, 10, um comboio foi atacado,
resultando em mais quatro soldados ianques feridos, além de um colaboracionista morto e
outro ferido. Quatro outros foram
abatidos por um morteiro em Bagdá no mesmo dia. Os soldados pertenciam à Quarta Divisão
de Infantaria dos ianques. Um morreu e três ficaram feridos. Neste dia 9, o chumbo
da Resistência fez estragos também ao norte do país. Um ataque com carro bomba abateu
seis invasores ianques, ficando um morto e seis feridos, na cidade de Arbil, 360
quilômetros ao norte de Bagdá. A bomba explodiu no início da noite de terça-feira,
numa região de predominância Curda, região onde os invasores se consideravam imunes à
ação da Resistência. Os feridos são funcionários do departamento de defesa ianque. Os combatentes
iraquianos explodiram, ainda no mesmo dia, o oleoduto que conduz petróleo de Jabur a
Kirkuk, por onde fluem 35 mil barris de petróleo por dia. A ação da Resistência, a
quinta em um mês, que visa preservar a riqueza do país, atingiu uma válvula do oleoduto
e, segundo os ladrões que atuam sob a fachada de Northern Oil Company, o estrago acabou
com 300 metros do oleoduto e serão necessárias cinco semanas para que volte a funcionar.
Numa ação no dia
anterior, segunda-feira, os combatentes detonaram dois jipes Humvee que saíam de um
túnel na capital do Iraque. Eram 10 da manhã quando os veículos foram atingidos,
deixando quatro soldados feridos e um morto. Enquanto a fumaça subia dos veículos
atingidos, os ianques buscavam impedir os repórteres de chegarem ao local. Na quarta-feira, às
cinco da tarde, um caminhão-tanque do exército invasor explodiu e o soldado que o
dirigia morreu. O ataque ao caminhão-tanque, que fazia parte do Terceiro Corpo de Comando
e Apoio e transportava gasolina deixou, além do soldado morto, mais um ferido. O
caminhão avançava entre duas passagens subterrâneas na principal estrada que sai de
Bagdá em direção a Mossul. No mesmo dia, um
soldado norte-americano morreu quando tentava detonar uma bomba às 16:23 h. O artefato
havia sido colocado pela Resistência ao lado de uma estrada em Bagdá. O soldado
pertencia à Primeira Divisão Armada e estava tentando fazer a bomba explodir usando
tiros de metralhadora. A bomba não explodiu imediatamente, mas foi pelos ares junto com o
invasor quando este se aproximou para inspecioná-la. Provavelmente o dispositivo foi
acionado por controle remoto. As ações da
Resistência, de segunda à quarta, deixou pelo menos 21 ianques feridos e 5 mortos.
Segundo reconheceu porta-voz dos invasores, a média de ataques diários da guerrilha
elevou-se de 13 a 15 para 22. NATHANIEL BRAIA
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