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Kirchner rechaça extorsão do FMI e suspende pagamentos

Leões-de-chácara dos especuladores recuam e aceitam entendimento nos termos mais equilibrados propostos pelos irmãos platinos

O presidente argentino, Néstor Kirchner, após suspender o pagamento da dívida de quase 3 bilhões de dólares com o FMI, conseguiu fechar um acordo. O FMI teve que desistir das cláusulas de achaque que pretendia impor. Nas condições pretendidas pelo Fundo, a Argentina teria que queimar 25% de suas reservas, o que poria o país refém dos especuladores, em um momento em que os esforços nacionais se concentram na retomada do crescimento econômico e na recuperação do emprego e dos salários.

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