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José Alencar, sobre o assassinato dos fiscais do trabalho: “Essa brutalidade não ficará impune” Enquanto realizavam uma operação contra o trabalho escravo em fazendas no noroeste de Minas Gerais, três fiscais do Ministério do Trabalho e um motorista foram covardemente assassinados, na última semana. Os fiscais estavam vistoriando a situação das pessoas que estão trabalhando na colheita da safra de feijão. Os auditores fiscais Erastótenes de Almeida, João Batista Soares, Nelson José da Silva e o motorista Ailton Pereira, foram vítimas de uma tocaia em uma estrada que liga as cidades de Unaí a Garapuava. Os assassinos renderam os quatro e os executaram com tiros na cabeça. “Esses brasileiros foram vítimas de insanidade e violência inadmissíveis num país que cultua os valores do direito e da liberdade. Essa brutalidade não ficará impune, pois todos os recursos foram mobilizados para a identificação dos criminosos”, afirmou o vice-presidente José Alencar após uma reunião com os ministros Ricardo Berzoini, do Trabalho e Nilmário Miranda, de Direitos Humanos, que estão acompanhando as investigações.
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