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Usurpador Bush usa arapuca Becthel para roubar no Iraque A Becthel junto com a Halliburton encabeçam as empresas que apoiaram a campanha de Bush e que agora açambarcaram os maiores contratos com a pirataria na invasão do Iraque Halliburton e Bechtel encabeçam as empresas que apoiaram a campanha de Bush – que através da fraude usurpou a Casa Branca – e que agora açambarcaram os maiores contratos, da ordem de bilhões de dólares, e estão obtendo os maiores lucros avançando sobre a repartição do botim que está sendo pirateado com a invasão do Iraque. Apoiado nas denúncias do relatório do Centro Pela Integridade Pública (dirigido pelo empresário Charles Lee, da Verizon Communications), o repórter Larry Margasak da Associated Press divulgou em 30 de outubro de 2003 que as companhias que mais doaram para a campanha de Bush foram agraciadas com contratos que somam US$ 8 bilhões de dólares a título de “reconstrução” do Iraque e do Afeganistão, cinismo usado para construir as bases militares ou oleodutos para assaltar petróleo depois de haverem destruído estes países com matanças de civis através de bombardeios. “O presidente Bush e os executivos destas empresas têm tido importantes conexões políticas”, denuncia Margasak. O jornalista acrescenta que “os maiores contratos foram doados pela administração Bush sem licitações”. “Quem recebeu os maiores contratos foi a subsidiária da Halliburton, a KBR, com mais de US$ 2,3 bilhões doados para apoiar a estrutura militar e restaurar a indústria do petróleo”. A Halliburton foi presidida por Dick Cheney até o ano de 2000. Cheney deixou a presidência da Halliburton para participar da gang que assomou à Casa Branca ao lado de Bush, como seu vice, mas continua recebendo “emolu-mentos residuais” que se aproximam de US$ 1 milhão por ano. A segunda agraciada foi – ainda segundo Margasak – “a Bechtel com contratos de US$ 1 bilhão na área de construção envolvendo prédios, telecomunicações, estradas, portos e aeroportos”. Segundo estas denúncias, antes mesmo de que o presidente Bush dirigisse seu criminoso ultimato ao Iraque, que seria sucedido com pesados bombardeios contra o território deste país, o Pentágono, que exerce a ocupação, já havia firmado a maior parte dos contratos deixando claro as motivações da guerra, do morticínio: açambarcar dinheiro. Um dos principais acionistas da Bechtel, Riley Bechtel, se tornou membro do Conselho de Exportação de Bush um mês depois do início da invasão do Iraque. Terry Valenzano, o homem da Bechtel na Arábia Saudita, viajou imediatamente para o Kuwait para se encontrar com Jay Garner, o diretor do Pentágono que supervisionava os movimentos de apoio à invasão. O principal financiador é
simplesmente a Lock-heed Martin, maior fabricante de armas do mundo, cujos caças
F-16, foguetes anti-tanque com cabeça de urânio depletado, aviões militares
de carga Hér-cules C-130 foram usados em profusão na invasão ao Iraque para a
qual eles fizeram lobby. Como afirmou o escritor canadense Stephen Gowans: “a
Ray-theon e a Lockheed destróem, a Bechtel reconstrói com o dinheiro do petróleo
assaltado”. Contratos Outro dos principais defensores da agressão foi Donald Rumsfeld, que até assumir o atual posto de secretário de “defesa”, presidia a empresa química “Gilead Science” que recebeu vultuosos contratos para desenvolver medicamentos e “defender” os soldados ianques de “possíveis ataques” químicos e biológicos. Armas cuja existência em poder de Sadam não passou de invenção divulgada pela CIA a pedido de Bush e do lobby pró-guerra para “justifica-la”. Outro beneficiário é o também doador generoso da campanha de Bush, posicionou seu vice-presidente para “assuntos estratégicos e governamentais” como secretário assistente do exército ianque posto através do qual maneja um orçamento de US$ 35 bilhões. NATHANIEL BRAIA
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