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  Trabalhadores israelenses fazem greve em rechaço a corte de 43% da educação

O Sindicato das Autoridades Locais de Israel (ULA) decidiu na última quinta-feira, dia 29, realizar, a partir de domingo, uma paralização em todo o sistema educacional e metade do funcionalismo público nos 15 principais municípios israelenses em repúdio ao corte de 43% no orçamento do setor e o sucateamento da estrutura pública feitos pelo governo Sharon.

A Federação de Trabalhadores Histardrut também entrou na greve-geral, que paralisou os serviços públicos em Tel Aviv, Haifa e Be’er Sheva e diversas outras cidades, denunciando o não pagamento dos salários aos funcionários de 79 órgãos públicos locais e regionais.

Em comunicado tirado na reunião de quinta-feira a Histardrut afirma que, “a greve na educação incluirá também as 15 grandes cidades”. 

O presidente da ULA, Adi Eldar, também pontuou que, “o ministro das finanças deve decidir, até o início da semana, se ele está disposto a assumir a responsabilidade de financiar o sistema de educação e o atendimento à população”.

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