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No último dia 29, quinta-feira, se encerrou na capital cubana, Havana, o III Encontro Hemisférico de Luta Contra a Alca onde foi reiterado o rechaço a esse embuste dos EUA para achacar a economia dos países latino-americanos. O encontro, que durou quatro dias e contou com a participação de centenas de lideranças políticas e representantes de organizações latino-americanas, teve como objetivo discutir e aprovar uma ação conjunta para enfrentar esse projeto imperialista. “Evitar a Alca permitirá uma vida melhor para nossos povos, senão vamos nos tornar serventes”, afirmou Alonso Méndez, camponês de Chiapas, México. De acordo com Alonso, a Alca constitui “a grande invasão contra o direito dos povos”. Nas plenárias do encontro, as lideranças discutiram alternativas para barrar o plano ianque. Dentre elas, o sociólogo Gabriel Salazar, membro venezuelano da Aliança Social Continental Contra a Alca, apresentou a Alternativa Bolivariana das Américas (Alba) projeto do governo da Venezuela. “Penso que a Alba é simplesmente a possibilidade de debater sobre outro tipo de integração que respeite a soberania e defenda o papel do Estado para garantir os direitos sociais, ambientais e a diversidade cultural”, apontou Salazar.
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