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Resistência iraquiana faz 22 ataques diários e abate mais 62 invasores e colaboracionistas

A Resistência prosseguiu seus ataques contra o invasor, mantendo segundo as subestimadas avaliações deste, 22 ações por dia e, em dois dias, abatendo 62 agressores e colaboracionistas. Em Al Muradiya, 83 km ao sul da cidade petroleira de Kirkuk, um auxiliar de polícia morreu e outro ficou ferido às 6h30 da quinta-feira dia 29 por patriotas que dispararam granadas propelidas a foguetes contra um posto de controle na estrada. Em Baqba, 60 km ao norte de Bagdá, nove policiais colaboracionistas que estavam numa pick-up ficaram feridos na explosão contra seu veículo às 9h00. A bomba, detonada por controle remoto, estava em uma carroça de mão ali estacionada.

O “ministro” Sami Azara al Mayun, do “conselho” fantoche, escapou por pouco da explosão contra o hotel de Bagdá em que está homiziado há seis meses. O local abriga, ainda, negocistas estrangeiros e colaboracionistas. O veículo explodiu na entrada, na quarta-feira, matando três colaboracionistas e ferindo 11. Também o comando ianque admitiu que, no ataque da Resistência em Samarra, sete soldados ianques ficaram feridos. Já os poloneses tiveram sua base em Karbala atacada com foguetes, com cinco feridos, entre auxiliares de invasor e colaboracionistas.

Em Ramadi, a 100 km a oeste de Bagdá, panfletos distribuídos por quatro homens mascarados advertiam aos que trabalham para os americanos que têm 10 dias para mudar de posição ou “enfrentar sérias conseqüências”. Os panfletos traziam os nomes de 29 indivíduos que estavam se prestando ao lastimável papel de colaboracionista do invasor.

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