|
|
Maior empresa de armas do mundo tinha esposa de Cheney no conselho A gang de Bush e Cheney envolvida até o pescoço nas negociatas da Lockheed, maior empresa de armas do mundo, para fazer dinheiro com a guerra e a invasão do Iraque A
norte-americana Lockheed Martin, maior empresa
de armamentos do mundo, teve de 1994 a 2001 em seu conselho diretor, Lynne ,
esposa de Dick Cheney, vice de baby
Bush. A presença de Lynne num posto à frente da Lock-heed é mais uma
demonstração das conexões do escandaloso conluio montado por Bush e a gang
que usurpou a Casa Branca, invadiu o Iraque para assaltar seu petróleo e
auferir lucros com a guerra. No
dia 22 de abril de 2003 centenas de manifestantes norte-americanos cercaram a
sede da Lockheed, na localidade de Sunnyvale, no Estado da Califórnia para
protestar contra os que lucram com a guerra. O articulista Bill Hackwell (da
organização dirigida pelo ex-procurador geral dos EUA, Ramsey Clark), presente
ao ato afirmou: “a Lockheed Mar-tin teve um papel que não foi pequeno no
morticínio e destruição perpetrados pelo Pentágono contra o Iraque”.
Hackwell
prossegue denunciando que “a Lockheed Martin está incestuosamente conectada
à administração Bush. Oito dos principais formuladores da política de
Washington costumavam estar na folha de pagamento da Lockheed. Isto inclui o
vice-presidente Dick Cheney. Lyn-ne Cheney, que foi funcionária da
administração de Bush (pai) e é casada com o vice-presidente, serviu como
membro do conselho da Lockheed”. Nos
últimos dois anos os contratos pelo Pentágono só para esta indústria de
armas de destruição em massa totalizam US$ 30 bilhões. Entre as armas
contratadas estão mísseis que utilizam urânio depletado. O famigera-do
material provocou a morte e doença – principalmente por câncer devido a sua
radiação maléfica - em milhares de iraquianos, particularmente crianças, e
de soldados americanos e europeus durante a primeira e a segunda invasões do
Iraque. A
arapuca da morte recebeu ainda o maior contrato de todos os tempos; um “negócio”
no valor de US$ 200 bilhões pela construir um caça para repor os que são
usados hoje pela marinha e força aérea dos EUA. A mesma foi acusada, junto com
a Enron e a Halliburton, e investigada por falsificar sua contabilidade para
fraudar na bolsa e roubar de seus acionistas de varejo os executivos são sempre
bem informados para auferir os ganhos inclusive os do roubo através da fraude
na bolsa. Pelos
serviços prestados foi concedido a família Cheney salários, bônus e ações
a quantia de US$ 26,7 milhões de dólares só no ano de 1999. Quando
os diretores e porta-vozes destas empresas falam para seus acionistas, a
linguagem dos verdadeiros interesses brota crua e nua. O porta-voz da Lockheed,
Peter Simmons, disse aos acionistas da empresa pouco depois da agressão de Bush
ao Afeganistão: “O Afeganistão ainda não teve um impacto direto nas vendas”. A
população norte-americana, com os escândalos provocados pela incontível ganância
das indústrias de armas de destruição em massa, percebe e repudia o assalto e
a corrupção. Nos dias 20 e 21 de março de 2003, dois dias depois da invasão
de Bush no Iraque, centenas de manifestantes em São Francisco tentaram fechar a
frente da corporação Bechtel. O
ex-secretário George Schultz e funcionário da Bechtel estavam entre os
lobistas pela guerra e para garantir que os mais lucrativos contratos com a
agressão (Schultz dirigia o suspeito antro denominado “Comitê de
Libertação do Iraque”). O
principal executivo da Bechtel, Riley Bechtel, está no conselho de Exportação
da presidência; o general (reserva) Jack Sheehan, do conselho de “defesa”
dos EUA é vice na Bechtel; Daniel Chao, outro vice da Bechtel, é do conselho
do Eximbank e o funcionário há 21 anos na Lockheed; Ross Connelly, também tem
funções na Casa Branca. Como resultado a Bechtel abocanhou um contrato de mais
de um bilhão de dólares. Já
no momento em que Bush assumia através da usurpação, William Hartung e Frida
Berrigan do Centro de Pesquisa de Negócios de Armas, registravam que a Lockheed
tinha financiado o maior evento de levantamento de fundos para os republicanos. Além
disso, entre as maiores contribuições de campanha para Bush estavam também as
maiores empresas de armamentos do mundo, a saber: Lockheed, TRW, Boeing e
Raytheon. Os jornalistas denunciavam que Bush “já possuía fortes laços com
a Lockheed desde o seu período de governador do Texas quando ele tentou
agraciar a firma para contratos no Estado e teve que recuar diante de protestos
públicos e impedimentos criados por regulamentos aprovados pela administração
de Clinton”. “O
vice-presidente da Lockheed, Bruce Jackson, deverá escrever a ‘plataforma
republicana’ para a ‘defesa’”, apontavam ainda William e Frida. NATHANIEL BRAIA
|