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Resistência
aniquila camorra de
colaboracionistas em Arbil
A
Resistência iraquiana descabeçou os colaboracionistas curdos, em dois ataques
fulminantes e simultâneos no domingo dia 1, que mataram 109 e feriram 202, em
Arbil contra os antros que abrigam os mal denominados “Partido Democrático
Curdo” e “Uni-ão Patriótica Curda”, que disputam entre si qual o mais
capacho e mais separatista. O “prefeito” de Arbil, Akrem Mantik, um dos mais
renomados fantoches dos ianques de todo o Iraque, morreu, assim como o
“vice-primeiro-ministro curdo”, Sami Abdul Rahman, mais um comandante
militar, um chefe de polícia e muitos outros colaboracionistas de destaque. As
fontes dos invasores tentaram minimizar a derrota sofrida, atribuindo a ação a
“suicidas ligados à Al Qaeda” ou a “grupos ligados à Al Qaeda”. No
entanto, não há evidência disso. Os
colaboracionistas festejavam nas sedes dos dois “partidos” em pleno feriado
da Aid, quando, com intervalo de 10 minutos, patriotas iraquia-nos mandaram-nos
pelos ares. Bem que o general brigadeiro Mark Kimmit andava com uma premonição.
Na sexta-feira dissera que o invasor temia uma onde de ataques mas que
“reunimos informações sobre o período da Aid e estamos preparados para
enfrentar qualquer ameaça à segurança”. Por coisa de um minuto o ataque não
despachou também um comandante invasor de Arbil, o tenente-coronel Harry J.
Schute, que saiu um minuto antes. “Coisa de destino”, balbuciou, ainda
tremendo da cabeça aos pés. As
ações prosseguiram por todo o Iraque. Ataque com foguetes contra uma base
ianque em Balad, a 75 km da capital, matou dois soldados e feriu 15. Ainda no
domingo, o comando do invasor anunciou que um soldado ianque ferido em emboscada
no dia 27 de janeiro não resistiu aos ferimentos e morreu. No dia seguinte,
mais baixas. Um soldado ianque morreu e outro ficou ferido em emboscada em
Iskandiria, a 56 km ao sul de Bagdá. Sem informações quanto a feridos e
mortos no ataque com foguetes contra a base ianque no aeroporto de Bagdá, no
mesmo dia. No
sábado, não foi diferente. Ataque da Resistência contra uma delegacia de Al
Thaqafa, em Mossul, terceira maior cidade do país, matou 12 e feriu 45. Era dia
de pagamento, e os policiais colaboracionistas estavam amontoados na frente do
prédio esperando para receber seus trinta dinheiros, o que facilitou muito o
serviço. Também no sábado, em Kirkuk, maior centro petroleiro do norte, cinco
soldados ianques morreram em emboscada com bomba na estrada, e três ficaram
feridos. Eles pertenciam à Companhia A, do 4º Batalhão de Apoio Avançado
ianque. Ao sul da cidade, um colaboracionista foi morto e outro ferido. Na
terça-feira o comando invasor comunicou mais um soldado ianque morto, em uma
emboscada com bomba na estrada; não revelou o local. Em Karbala, três
policiais colaboracionistas foram mortos por patriotas iraquianos. Na
quarta-feira, o ministério da Defesa espanhol anunciou a morte do chefe de
segurança da força espanhola de intervenção no Iraque, o comandante Gonzalo
Pérez García, ferido no dia 22 de janeiro com um tiro na cabeça. Em estado
crítico, ele havia sido transferido para o Hospital Central da Defesa em Madri. Em
suma, cinco dias que o invasor não esquecerá: entre invasores e
colaboracionistas, foram abatidos 403, sendo 136 mortos.
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