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Presidente durante comemoração dos 193º aniversário da independência:

Hugo Chávez: “Independência, Pátria e soberania, é o caminho que novamente a Venezuela empreendeu”

“Exigimos o respeito à soberania dos povos, à igualdade das Nações, das repúblicas, o respeito aos princípios sagrados da autodeterminação dos povos, o fim das guerras imperiais e das agressões”, afirmou o presidente Hugo Chávez em mensagem à Nação, na segunda-feira, dia 5 de julho, em discurso no Salão da Assembléia Nacional, em Caracas, por ocasião do 193º aniversário da Declaração da Independência da Venezuela.

“Independência, Pátria e soberania, é o caminho que novamente a Venezuela empreendeu e, se afiançando nele, tem resistido a tentativas de golpes de estado, sabotagem econômica, guerras mediáticas, terrorismo, ingerência imperial. Mas continua firme, decidida a não deter sua marcha libertária”, assinalou.

Em suas palavras frente ao corpo diplomático em Caracas, membros do Executivo e parlamentares, Hugo apontou que há quase 200 anos um povo inteiro se lançou a reclamar a independência da Espanha. “Duas décadas depois , aquelas vozes não se apagaram, porque os ideais de liberdade e igualdade para os povos ainda não se cumpriram. Os objetivos supremos de independência estão pendentes. Nós, após quase 6 anos de revolução bolivariana, resgatamos o ideário do Libertador Simon Bolívar”, acrescentou Chávez.

Em relação ao referendo, o líder venezuelano disse que “o processo que culmina no próximo 15 de agosto é um fato sem precedentes na história política. Na realidade, o que desabrochou por todo o país  é um autêntico furor, é um entusiasmo: 2004, o ano de uma revolução dentro da revolução”.

No sábado, dia 3 de julho, se iniciaram formalmente as campanhas para o referendo, fato anunciado pelo Conselho Nacional Eleitoral. “Chegou a hora de fazer justiça, de cumprir o que disse Cristo: a Deus o que é de Deus, a César o que é de César, e eu acrescento ao povo o que é do povo. Agora vamos ver quem é que tem a maioria, e a razão, e é bom que a oligarquia e seus amos internacionais se toquem”, concluiu.

SUSANA SANTOS   

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