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Governo sudanês e União Africana buscam unidade nacional e a paz em Darfur

Na busca pela paz, pelo final da crise em Darfur e pela retomada do desenvolvimento, o governo do Sudão apronta os últimos preparativos para a Conferência pelo Desenvolvimento e pela Coexistência Pacífica em Darfur.

O presidente do país, Omer Al Bashir, ao falar, na capital Cartum, durante o 15º aniversário da Revolução de Salvação Nacional, no dia 29 de junho, declarou: “a realização da paz é o evento mais importante depois da independência da nação”.

O presidente acrescentou que isso “coloca diante da nação um novo desafio, reforçar a paz e conquistar a unidade voluntária é a única opção para o povo sudanês”.

Bashir condenou os paramilitares que buscam tirar proveito de conflitos intertribais “o que resultou na violação das leis, na destruição do patrimônio público, aterrorização dos cidadãos e no saque de suas propriedades”.

“O Estado”, prosseguiu, “buscou parar a guerra em Darfur e declarou anistia aos que pegaram em armas, assumiu um cessar-fogo e liderou um diálogo político sob mediação do Chad e realizou outros contatos para por fim ao problema, além de adotar uma série de medidas de segurança, de desenvolvimento de serviços e a realização de esforços para a manutenção do tecido social e da coexistência. O Estado assumiu seu papel ao desnudar os complôs estrangeiros que tentaram internacionalizar e jogar combustível sobre a crise em Darfur e que fizeram circular falsas alegações contra o governo sudanês”.

Bashir saudou “os mártires, as forças armadas e outras forças regulares, assim como o apoio de países irmãos, particularmente os países árabes e a União Africana”.

“Saúdo em especial Quênia e seu presidente que nos recebem para as negociações de paz até que alcancem sucesso. Saudamos os parceiros da paz que junto conosco avançaram em seu compromisso com a reconstrução do país e a retomada de seu desenvolvimento, através do compromisso com um diálogo nacional e honesto”, acrescentou o presidente do Sudão.

“Todas as forças da sociedade, organizações instituições e categorias devem assumir seu papel na reconstrução de um Sudão unido e forte, rico em seus valores, moral, experiências e fontes”.

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