Depois
de seis meses de tortura, incomunicável nas masmorras da CIA, levado, sem saber
onde ia, para um quartel dos invasores, Sadam respondeu, quando um serviçal que
fazia o papel de “juiz” lhe perguntou o nome: “Sadam Hussein al-Majid,
presidente do Iraque”. “Quando eu digo presidente do Iraque, não é por
formalidade ou apego à minha posição, mas por respeito à vontade do povo”.
Quanto à sua residência, respondeu: “em cada casa iraquiana”. E assim
continuou, firme, sereno e altivo, como cumpre a um presidente de verdade.
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