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CGTB, Nestlé e MEC firmam parceria pela alfabetização “Iniciar todo o Brasil”, afirmou Antonio Neto, presidente da CGTB A Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), através de seu presidente Antonio Neto, firmou parceria com a empresa Nestlé para alfabetizar cerca de 1.100 alunos neste ano. Com as presenças do ministro da Educação, Tarso Genro, e do diretor da Fundação Nestlé de Cultura, Francisco Carlos Garcia, a cerimônia de assinatura do projeto foi realizada na representação do MEC em São Paulo, no último dia dois. O convênio entre CGTB, Nestlé e MEC, faz parte do programa Brasil Alfabetizado, criado no ano passado pelo presidente Lula, para combater as desigualdades sociais e garantir a educação de cerca de 20 milhões de brasileiros com mais de 15 anos. No total, em parceria com o MEC, a CGTB atende, por meio do Instituto do Trabalho Dante Pellacani (ITDP), 34 mil pessoas dentro deste Programa do governo. “Considero que esta parceria Nestlé, MEC, com a nossa entidade e o ITDP, é mais um passo concreto para erradicar o analfabetismo no país. Iniciativas como esta tem de proliferar pelo Brasil inteiro para tirar o nosso povo da escuridão. Estamos todos de parabéns por esta realização que, certamente, não irá parar por aí”, afirmou o presidente da CGTB. Neto ressaltou que “o
Programa Brasil Alfabetizado do governo federal tem obtido resultados muito
positivos. A CGTB, em convênio com o MEC, através do ITDP que é a sua escola
sindical, está alfabetizando 34 mil alunos. Esse foi apenas o primeiro passo
que já está em fase de conclusão e novos passos serão dados conjuntamente
para que, num futuro próximo, não haja nenhum brasileiro que não saiba ler e
escrever corretamente”. BRASIL ALFABETIZADO O diretor da Fundação Nestlé de Cultura, Francisco Carlos Garcia, destacou: “estamos muito honrados em assinar hoje esta parceria com o MEC e a CGTB, que prevê o patrocínio dos estudos de 1.100 alunos dentro do programa Brasil Alfabetizado. Este momento entrará também para a história da Nestlé, que há mais de 40 anos investe em educação e cultura”. O ministro da Educação, Tarso Genro, acrescentou que “o trabalho de alfabetização é um trabalho cívico, não pode ter fronteiras de classe, porque ele visa à consolidação de um mínimo de capacidade técnica para as pessoas aprenderem e se associarem a um projeto de nação. Portanto, este programa deve envolver empresários, trabalhadores e a sociedade civil em geral, pois é degrau de construção da unidade nacional em torno da idéia de um Brasil com menos desigualdades sociais, progressista, democrático e com altas taxas de crescimento econômico. E isso só se faz com inclusão social e educacional”. O ministro lembrou ainda que os programas de alfabetização do governo têm como meta não só ensinar a ler e escrever, com professores cada vez mais preparados, mas “a busca de oportunidades para o aluno chegar no ensino seriado e não ficar bloqueado na alfabetização. Este projeto é apenas o primeiro degrau”. O diretor da Nestlé, Francisco
Garcia, lembrou ainda que “a educação é a base de todos esses projetos”.
“Para a Nestlé, promover a inclusão social significa, antes de tudo,
viabilizar o acesso à informação”, enfatizou Garcia, ressaltando que
“esta parceria vem ao encontro de nossa trajetória e dará continuidade ao
trabalho que já fazemos. Esta já é a segunda parceria da Nestlé com o Ministério
da Educação. Continuamos, portanto, unindo esforços para que a população
tenha oportunidade de aprender”.
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