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Tropas das SS atiram contra parlamentares britânicos e observadores da ONU em Rafah As tropas de ocupação naziisrarelenses atiraram em um grupo de parlamentares britânicos, no dia 20, quando estes visitavam a cidade de Rafah, que fica na Faixa de Gaza. O grupo de parlamentares visitava, em companhia de observadores da ONU, justamente a região mais duramente atingida nas últimas semanas pela sanha criminosa dos esbirros de Sharon, quando os tiros vindos de um posto policial-militar atingiram seus veículos, ostentando logotipos da ONU e as iniciais “UN” (United Nations) grandes e com destaque. Segundo os parlamentares, os tiros “passaram assoviando” sobre suas cabeças. Havia, no grupo integrantes dos partidos trabalhista (Huw Irranca), conservador (Crispin Blunt) e liberal (Lindsay Northover). Eles protestaram contra a agressão e exigiram explicações do embaixador israelense na Inglaterra. O comando das tropas de ocupação, por sua vez, disse que os parlamentares não haviam “coordenado” com eles a visita. A verdade é que os israelenses ficam tentando obstruir a divulgação de seus crimes hediondos e já mataram e feriram inúmeros fotografos e jornalistas, tendo atirado em um número de repórteres maior ainda. Além disso, quando cometeram o massacre em Jenin - enterrando famílias sob suas próprias casas demolidas por tratores de esteira – impediram a chegada ao local da equipe que a ONU mandou para investigar o morticínio. Desta vez os nazistas,
demonstrando seu desespero com crescimento do repúdio internacional contra seus
crimes, atiraram em veículo da ONU e parlamentares ingleses, quando eles
perfaziam seu percurso em missão oficial do parlamento inglês com vistas a
tomar conhecimento “in loco”, dos crimes contra a população de Rafah, que
inclui a destruição em massa de casas de palestinos numa faixa de 300 metros
de largura por seis quilômetros de extensão; agressão comparada até pelo
ministro da Justiça do próprio governo Sharon, Yossi Lapid, com as cenas do
“holocausto” nazista nos países ocupados pelos nazistas.
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