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Diretor do Zoológico: assassinato de animais é atentado contra o Parque Mais nove animais morreram na Fundação Parque Zoológico de São Paulo entre os dias 1 e 7 desse mês. São fortes os indícios de que os dois tamanduás, um sagüi de mão dourada e um mico-leão de cara dourada foram vitimas de envenenamento por fluoracetato de sódio. Se os laudos confirmarem serão 76 animais assassinatos. “O veneno foi colocado no alimento dos animais de forma pontual”, afirmou o delegado Clóvis Ferreira de Araújo, que comanda as investigações, em São Paulo, no último dia 9. De acordo com a polícia civil, as investigações reduziram o número de suspeitos, “nós temos um rol de pessoas. Na verdade não é apenas um suspeito, são várias pessoas que podem ter cometido os atentados contra os animais”, disse Araújo. O delegado afirmou que funcionários, ex-funcionários e outros interessados, “teriam motivos de ordem íntima para praticar os delitos”. Após as primeiras mortes a
direção do zoológico dispensou alguns funcionários, reforçou o sistema de
segurança. O diretor do parque, Paulo Bressan, declarou não acreditar que os
crimes tenham sido cometidos por motivos contra a instituição ou sua
administração, “é um atentado ao parque”, declarou ao classificar os
assassinatos como “uma grande vingança contra animais de valor inestimável”.
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