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Resistência iraquiana abate 409 invasores e colaboracionistas

Em três dias, de sábado dia 16 a segunda-feira dia 18, além das pesadas baixas, o invasor perdeu 21 tanques e blindados, 32 jipes Humvee, 27 caminhões e transportes de tropa; 36 veículos diversos arderam nas estradas e teve dois helicópteros derrubados

Atendendo em caráter de urgência pedido de Bush para reforçar posições próximo a Bagdá, o primeiro-lulu Tony Blair enviou 750 soldados e blindados para o norte, onde deverão praticar com mais afã a arte de ser bucha de canhão dos ianques. Com os invasores sob emboscadas em uma frente de 350 km, da fronteira com a Síria, à capital Bagdá, e o cerco dos marines a Faluja sob cerco da guerrilha iraquiana, intensificou-se no Iraque inteiro o combate ao agressor. Em três dias, de sábado dia 16 a segunda-feira dia 18, o invasor e seus colaboracionistas sofreram 409 baixas e 21 tanques e blindados, 32 jipes Humvee, 27 caminhões e transportes de tropa, e 36 veículos diversos arderam nas estradas e nas cidades iraquianas. O invasor também teve dois helicópteros derrubados, ao sul da capital, além de um avião-espia sem piloto, em Faluja. Sintomático do atoleiro, a insubordinação dos 19 soldados dos EUA que se negaram a dirigir um comboio com combustível e água até Balad, ao norte, sem a usual escolta de Humvees e helicópteros, só ocorreu porque, como notou um jornal dos EUA, todos os disponíveis estavam em uso em operações de combate. Pela nação árabe, avolumam-se as áreas libertadas, a mais recente delas, Al Qaim, de onde o invasor foi expulso na quarta-feira passada.

Em Bagdá e imediações, nos três dias, uma saraivada de golpes no invasor. Emboscada em Suwayd, com granadas propeli-das a foguetes e mísseis C5K, seguido do fogo de metralha, destruiu um blindado Bradley, um Humvee e matou 13 invasores. Em Azamia, foram três ianques abatidos; outros três em Al Amil; um tanque Abrams foi destruído em Al Jihad. Na vizinha Abu Graib, carro-bomba detonado na estrada matou seis invasores; outra ação deu cabo de dois. Ataques em Dura liquidaram três invasores e colaboracionistas, além de destruir dois veículos. Nova emboscada devastou um Humvee e matou três. Sete integrantes da guarda colaboracionista foram devidamente passados nas armas em de Karakh. Em Cidade Sadam, seis invasores foram mortos e um Humvee e um blindado Bradley viraram sucata.

RAMADAN

Embalada pelo fervor do mês santo do Ramadan, a Resistência encheu no domingo de granadas, bombas, mísseis e morteiros os invasores e seus lacaios. Dez foram mandados para as profundezas em Ridwania. Em dois ataques, 9 agentes da CIA e mais três da escolta foram mortos em Al Amil. Um Humvee detonado em Al Ilam matou mais três. Outros oito em Dura: dois Humvees e um blindado a menos. Em três ações em Sayyidiya, abatidos 12 soldados dos EUA. Na área de Hurriya, transporte de pessoal foi pelos ares - três mortos e dois feridos. Em Gazalia, a oeste, explosão destruiu dois caminhões de suprimentos e matou seus motoristas. Ataque em Al Karradh liquidou mais três da CIA. Na rua Haifa, área liberada, oito colaboracionistas foram mortos ao ser repelida incursão. Em Abu Graib, seis invasores mortos, mais oito lacaios, em duas emboscadas. Um Humvee fugiu; o outro não teve tempo, nem o leva-colaboracionista. Outro transporte de tropa foi explodido em Al Bayya. Na estrada para Nova Bagdá, ataque com RPG7 e mísseis SBG9 a um transporte de tropa matou três invasores e feriu dois. Em Gazalia, um caminhão-tanque foi incendiado e seus dois motoristas não conseguiram escapar; outro caminhão-tanque ardeu em Al Bayya: um mercenário a menos. 10 invasores e colaboracionistas foram mortos em ataque a comboio em Ridwania, que também feriu 13; demolidos dois blindados, um Humve e uma pick-up. Na área de Hur Rajab, Dura, mais cinco ianques mortos e seis feridos, além de dois Bradley e um Humvee descartados.

Segunda-feira, decididamente não foi um bom dia para o invasor na capital. Na área de Dawli, seis agentes da CIA foram abatidos. Outros sete, que se aventuraram em Al Khalis, tiveram a mesma sina. Na rua Haifa, a Resistência dizimou coluna do invasor, que se atrevera a fazer uma incursão. 28 ianques e lacaios mortos, três blindados e mais dois veículos em chamas. Mais nove agressores detonados em Sayyidia. Bomba no bairro de Al Atifia liquidou mais quatro invasores. Outra explosão tirou de operação um Bradley e matou um soldado. Na região sul da capital, ataque às 2h40 da tarde matou três soldados ianques e destroçou um transporte de tropa. De novo quatro agentes da CIA – identificados pelo característico veículo GMC – e mais seis da escolta foram pelos ares na ponte de Al Amiria. Um Humvee explodiu em Ridwania, matando dois e ferindo seriamente um invasor. Repelidos da rua Haifa, o invasor mandou dois espiões, dois colaboracionistas, que foram descobertos e executados. Outro traidor da Brigada de Badr – bandidos trazidos pelo invasor – foi emboscado e morto. Comboio de suprimentos em Al Amil ardeu, sob o fogo da Resistência; dez ianques abatidos.

OFICIAIS MORTOS

Em Gazalia, foi a vez de um caminhão-tanque: dois oficiais dos EUA mortos. Em Abu Graib, um caminhão destruído e um invasor morto. Emboscada a uma comitiva do governo-fantoche abateu dez guarda-costas no bairro de Al Mansur.

Assim também no resto do Iraque. Em Al Karabila, próximo a Al Qaim, emboscada matou 12 invasores, explodindo um Humvee e um transporte de tropa, à meia noite de sexta-feira para sábado. Na estrada entre Hit e Ramadi – ambas sob controle da guerrilha -, os iraquianos surpreenderam o invasor e seus lacaios, matando 59. Oito blindados, 4 Humvees, seis caminhões e dois transporte de tropas foram explodidos, seguido de intenso tiroteiro contra os sobreviventes, por mais de 30 minutos. Em Latifia, ao sul, a Resistência surpreendeu uma patrulha conjunta de ianques e colaboracionistas, matando quatro. Em Kirkuk, um traidor "curdo" foi fuzilado. Em Balad, ao norte da capital, um blindado Bradley e um caminhão-tanque arderam, mais três ianques mortos.Em Taji, foram três os invasores abatidos. O QG do invasor em Basra foi atingido por quatro foguetes Katiusha, seguidos de uma barragem de morteiros de 82 mm. No domingo, nova emboscada na área de Hit destruiu um Bradley e matou quatro invasores. Em Ramadi, foram mais um morto e outro gravemente ferido, além de um caminhão em destroços. Ataque iraquiano a comboio de suprimentos em Balad matou cinco soldados dos EUA e destruiu dois caminhões e um jipe. Em Basra, a guerrilha atingiu com morteiros a delegacia de polícia colaboracionista da localidade de Abu Al Khasib. Na segunda-feira, em Yusufia, emboscada a coluna conjunta de invasores e lacaios resultou na morte de 11 deles, e um blindado, um Humvee e dois veículos em chamas. Na vizinha Latifia, mais cinco ianques morreram em ataque com granadas propelidas a foguetes, mísseis C5K e metralhadoras. Em Balad, a guerrilha surpreendeu o invasor, matando cinco e ferindo três. Em Tamiria, explosão destroçou um tanque Abrams e liquidou quatro ianques. O invasor perdeu, ainda, mais três homens e um caminhão-tanque em Samarra.

CRIME IANQUE CONTRA FALUJA

Em Faluja, o invasor vem diariamente bombardeando civis com aviões F-16, C-130 e helicópteros Apache, sempre anunciando ter golpeado "cirurgicamente" o "terrorista Zarqawi", mas com a TV mostrando casas em escombros, crianças, mulheres e idosos assassinados. Na tarde de domingo, guerrilheiros destruíram um tanque Abrams, matando sua tripulação de cinco. Forças da Resistência forçaram os marines a se retirar para além da estrada que passa ao largo de Faluja, em ataque que destroçou um tanque Abrams e um Humvee. Seis invasores morreram. Após advertência da Resistência, um batalhão de colaboracionistas resolveu mudar de vida e sumiu.

ANTONIO PIMENTA

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