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Envie sua carta: horadopovo@horadopovo.com.br hp@webcable.com.br Getúlio Sou francês e li com muito interesse vosso artigo sobre o grande estadista que foi Getúlio Vargas. O Brasil comemora os cinqüenta anos de sua desaparição e nós, aqui na França, comemoramos os 60 anos de nossa libertação dos nazistas e de seus colaboradores. Eu fico admirado como é parecido o programa de Getúlio e o programa do C.N.R. (Conseil National de la Resistance = Conselho Nacional da Resistência). De um lado a CLT, segurança social e leis trabalhistas, do outro lado, votação das mulheres. Também foi a mesma oligarquia que, dos dois lados do Oceano Atlântico, quis se opor a estas medidas sociais mínimas, apenas promulgadas. Mas, comemoração não significa somente sacralização e esquecimento da mensagem. Precisa-se não esquecer que essas conquistas são a cada dia, também dos dois lados do Atlântico, postas em perigo. O melhor jeito de homenagear a todas essas pessoas que lutaram, sofreram, morreram, é continuar as lutas que elas começaram. Como escreveu em 1949 um comissário da República nos Alpes, Yves Farge, “A guerra do Hitler continua”. Essas duas comemorações são também a ocasião de se lembrar que Getúlio Vargas foi aquele que mandou para a Europa os melhores dos filhos do Brasil para combater o nazismo e o fascismo. A imagem de um ditador numa Tropicalandia mexendo com o Eixo, a mais comum mesmo dentro das biografias dos “historiadores” Europeus, é mais que nunca falsa: E um puro revisionismo. Precisa-se lembrar que Getúlio foi aquele que combateu desde o início as tentativas dos nazistas de corromper a população sul-americana com o veneno deles! Daniel Besson - França - por correio eletrônico Nota da Redação: Obrigado ao leitor, cidadão da França, berço da revolução. Biombo Em muito boa hora veio à esta coluna a discussão sobre a utilização escusa do Ministério Público por “aldrabões”, usurpadores da República. O que eu queria ressaltar é que, não só o MP mas as instituições jornalísticas têm sido utilizadas pelos mesmo interesses para difamar personagens do histórico governo Lula. Indignados pelo fato de o povo ter escolhido um dos seus para governá-lo, em detrimento do candidato que submeteu o país à maior crise econômica e social das últimas décadas, os chamados Barões - que faliram com a falta de financiamento federal - iniciaram aberta campanha difamatória na tentativa de enfraquecer o governo do povo. Juliana
Fujiko - Cuiabá (MT) Tecnologia nacional Fico feliz ao ser informada das ações federais de incentivo à ciência e tecnologia. Qualquer país que queira se desenvolver econômica e socialmente deve investir não só em saúde e educação - como, ressalto, esse governo tem feito - mas na pesquisa nacional, tanto industrial como química e física. Cassandra G. - por correio eletrônico |