logo.gif (2326 bytes)

1 2  3  4  5  6  7  8|Caderno Especial/Petrobrás: 1  2  3  4 | Índice |Biblioteca|Matérias Especiais|Assinatura|Expediente

Leia também as colunas: Cartas | Não tropece na Língua

John Kerry denuncia conluio de Bush com cartel armamentista

“Hoje, George Bush facilitou o trabalho para os terroristas e dificultou o comprimento da lei. Ele ficou do lado de seus amigos do lobby de armas”, afirmou John Kerry, candidato a presidente dos Estados Unidos pelo Partido Democrata, na segunda-feira, dia 13, quando expirou a lei que proibia a fabricação e venda nos EUA de 19 modelos de armas poderosas de estilo militar, como os rifles AR-15 (versão modificada do M16 do exército americano), ou fuzis semi-automáticos como o israelense Uzi, por total inércia do Executivo e forças afins no Legislativo.

A companhia Beretta USA, por exemplo, aceita pedidos há duas semanas e presenteia um cupom com dois carregadores de graça a quem fez a reserva de alguma dessas armas. Outros fabricantes preparam modelos especiais que podem ser dobrados, ou seja, ser escondidos com maior facilidade. “Tem carregadores de grande capacidade e disparam rápido. Essas armas não se usam para caçar. São armas para assassinar”, declarou na semana passada o chefe da polícia de Los Angeles, que tentou evitar que caducasse a lei, ao jornal inglês The Independent.

Kerry recebeu o apoio da Associação Nacional das Organizações Policiais, que reúne mais de dois mil sindicatos norte-americanos. “Os policiais estão cansados de um presidente que tira seguranças das ruas com uma das mãos e põe armas militares pesadas ao alcance dos bandidos com a outra”, frisou se referindo à proposta de corte de um fundo para a contratação de policiais e compra de equipamento para eles, que Bush encaminhou.   

Voltar

Paginas: 1 2  3  4  5  6  7  8

Caderno Especial/Petrobras: 1  2  3  4 

 

  Converse com Editor