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Reclamou que disseram que ele joga na crise. De fato, é uma inominável injustiça. O dissimulado réptil joga não apenas na crise, mas também no golpe e no fascismo. Há pouco sua camarilha tentou armar uma estúpida e repugnante chicana para derrubar o governo que o povo elegeu. “O nome da crise é Lula” e “o governo está acéfalo”, diziam, deixando claro o que queriam com sua cavilação. O lugar desse porco é na cadeia, nós já dissemos. Tudo nele é farsa, embromação e mentira. É um cidadão de faz-de-conta. Reivindicou para si a construção do metrô, embora o “Diário de São Paulo” de ontem tenha registrado que os tucanos foram quem menos construíram metrô no Estado - e, dentre eles, certamente Serra foi quem mais o sabotou, com sua compulsão em desviar dinheiro público para os bancos. O pulha teve a cara de pau de dizer que construiu 255 hospitais! Só se foram aqueles estôjos de primeiros-socorros que ele, mafioso que é, distribuiu para atender às vítimas de suas lorotas. Depravou os genéricos - e os entregou aos monopólios farmacêuticos, que o projeto visava combater - dele só deixando a casca, e mantendo os preços de escorcha. “Enfrentou as multinacionais e as patentes” pagando a elas, pelo coquetel anti-aids, o preço de monopólio que elas definiram, com base nas patentes que açambarcaram. Serra
são apenas camadas cínicas e superpostas de farsa, mentira e engodo. E debaixo
delas todas o que existe é um verme esganado, traiçoeiro e sem escrúpulos. Os
tucanos que tomem cuidado com ele, porque nós, o povo, já estamos vacinados e
em plena campanha de erradicação do repulsivo lumbricóide. |