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Cartas

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Quércia e Itamar

Há alguns números atrás do HP, critiquei o Quércia por lançar a candidatura do Rigotto. Agora, com a idéia do lançamento do Itamar, digo: Grande Quércia!  A sua brilhantíssima solução será a redenção do PMDB. Votarei em Itamar e em você, se for candidato a governador. Há o perigo da dissidência com o Garotinho. Aí só resta expulsá-lo do partido, já que ele parece estar se oferecendo para os tucanos como vice do bandido neoliberal. Só espero que o Itamar aceite.

Valentin Valente - correio eletrônico  

Angela Guadagmin I

Não entendo qual o problema sério, comprometedor e antiético que a comemoração da deputada com uns requebros possa provocar. Até parece que os que se abalam são santos e castos ao espernearem em nome de uma ética que a comemoração da deputada possa ter denegrido. Estes santos de pau oco defendem em si é uma ética hipócrita que prefere seus interesses particulares aos da construção de uma nova sociedade.

Lorena Freitas – correio eletrônico

Angela Guadagmin II

Tem esta carta a finalidade de elogiar, com toda ênfase de minha emoção, a dança da deputada Angela Guadagmin após a absolvição do deputado João Magno. Ali, ela expressou o seu sentimento de justiça sobre o achincalhamento das injustiças. Ouvi no noticiário que o Sr. Roberto Freire quer impedi-la de continuar no Conselho de Ética. Sugiro que o Sr. Freire se cadastre na TFP.

Lair Estanislau Alves – Belo Horizonte (MG)  

Angela Guadagmin III

Ora bolas, a imprensa agora quer o monopólio também da festa, acha que só ela pode comemorar suas maldades contra o povo! Fominhas! Achei muito justa a dança da deputada Angela e, aliás, acho salutar e recomendável que se estabeleçam várias comemorações sempre que o povo sair vitorioso sobre as armações dessa canalha.

Paolo de Andrade - correio eletrônico  

Charge na edição

Acompanho este excelente periódico jornalístico e percebi uma falha cometida pelo jornal que, para mim, não passou desapercebida: ausência de charges. Até o jornal de uma grande igreja protestante possui charge em suas edições. O que os editores do Hora do Povo tem contra as charges e chargistas? Creio que não é  por falta, há no mercado dezenas de nomes desde os renomados irmãos Caruso, passando por Aroeira, Angeli, até mesmo o nosso grande e tão cartunista e também escritor Ziraldo. Quem sabe até se o próprio Ziraldo não toparia fazer cartuns para este grande (do ponto de vista de conteúdo editorial) jornal. Senão ele, outro, porém o Hora do Povo não pode e não deve ficar sem charges e cartuns, pois “o humor gráfico é ao mesmo tempo a forma mais sutil e mais refinada de crítica e escracho que pode ser feita” (Henfil). Sucesso a todos para levar adiante este jornal que se mostra uma alternativa concisa de esclarecimento e prestação de serviço a comunidade brasileira tão desnorteada pela mídia situacionista, oportunista e completamente tendenciosa.

Achilles Cleto – correio eletrônico

Nota da Redação: É verdade, leitor. Já tivemos valorosos chargistas aqui no HP e, em breve, vamos suprir essa lacuna.  

Glorioso Botafogo

Há exatos oito anos ( 1998 a 2005) que o nosso Botafogo não conquista o título máximo do futebol carioca. O último foi em 1997 contra o Vasco, quando vencemos por 1 x 0, gol do então artilheiro alvinegro Dimba. Nos estranhos e surpreendentes dias que o futebol brasileiro atravessa, o Botafogo enfrentará o Madureira na finalíssima, podendo até perder por um gol de diferença que se sagrará campeão, já que venceu o tricolor suburbano na primeira partida por 2 x 0. Tomara que o nosso Alvinegro saia do Maracanã com o décimo nono título carioca conquistado para alegria da imensa massa preta e branca da estrela solitária espalhada por todo o Brasil. A lamentar a decisão da diretoria botafoguense em dobrar os preços dos ingressos.  Arquibancada a 20 reais e cadeira a 50 reais, convenhamos ser caro demais para uma torcida majoritariamente composta por gente humilde, pobre, povão. Mesmo assim vamos torcer para que nosso Glorioso Botafogo seja o campeão, nem que seja vendo na telinha da Globo.  Depois os bares darão conta do recado.

Fernando Al-Egypto – Petrópolis (RJ)

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