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Cartas

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Alckmin e Médici

Gostei muito da matéria em que vocês resgatam o passado do candidato tucano ao PSDB. Vocês prestam mais um serviço à Nação ao lembrar que “Em carta endereçada ao então presidente Emílio Garrastazu Médici, datada de 5 de novembro de 1973, ele rasga seda descaradamente para o que considerava “sensibilidade” social do regime. “Justa seria a providência do 3º Governo Revolucionário em favor dos funcionários civis e militares de todo o Brasil, nos âmbitos federal, estadual e municipal, em mais um ato do ínclito Presidente Médici, que tem se mostrado sensível aos problemas sociais, trabalhistas e previdenciários dos que trabalham para a grandeza do Brasil”, escreveu Geraldo Alckmin, na carta a Médici. Na época em que o candidato do PSDB se derretia em elogios a Médici, o país vivia os anos mais negros da ditadura, marcado pelas prisões, sequestros e assassinatos de lideranças democráticas. Alckmin exercia então seu primeiro mandato de vereador em Pindamonhangaba, aos 19 anos de idade”. Parabéns. São matérias como essas que revelam a essência das pessoas e aquele passado obscuro que os tucanos sempre tentam apagar.

Luiz Alberto Siqueira - São Paulo (SP)

Exemplares do HP

Sou estudante de jornalismo da PUC do Rio Grande do Sul e  preciso fazer um trabalho desempenhando o papel de Ombudsman. Gostaria de obter os exemplares da segunda quinzena de março - caso Palocci e o caseiro - que é a matéria que estou pesquisando. Como posso fazer para obter esses exemplares?

Lisiani Mottini - Porto Alegre (RS)

Nota da Redação: Lisiane, você pode encontrar os jornais de março no nosso site: www.horadopovo.com.br 

Carro zero

Acreditem se quiser, mas o governo e as fábricas chamam de populares os fracos automóveis 1.0 que custam cerca de 30 mil reais cada. Também os combustíveis, em um país auto-suficiente em petróleo e cana de açúcar, custam absurdamente caros. Gasolina a quase 3 reais o litro e o álcool a 2 reais ou até mais em determinados lugares, formam um conjunto de acintes ao povo brasileiro. Além desses abusos, ainda existe o tal Renavam que fica em torno de 2 a 3 mil reais referente ao carro zero. Vejam bem que esses valores referem-se apenas aos carros ditos populares que, de populares, só tem o nome. Comprar carro novo está difícil e abastecê-los idem. Por essas e por outras é que notamos cada vez mais a presença incômoda de carros velhos e problemáticos infestando as ruas das cidades e as estradas, sempre causando acidentes. 

Marcelo Luiz - correio eletrônico 

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