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Tucanos sanguessugas

Este jornal tem primado por trazer verdades que os jornalões não publicam. Enquanto eles priorizam a mentira, a Hora do Povo prioriza a verdade. Li em a Hora do Povo nº 2487 reportagem de Alessandro Rodrigues: “Quadrilheiro ficou com Serra em 2002 para garantir pagamento”. Veja bem, 40% das prefeituras envolvidas nas emendas criminosas das ambulâncias são do PSDB 128 e do PFL 107. Os “escrevedores” do “conto do mensalão” que passavam de vestais da moralidade pública estavam mais sujos do que pau de galinheiro. Será que aquele juiz que inventou denúncia de 40 pessoas sobre a CPI dos Correios vai agora citar a gangue das ambulâncias e os 235 prefeitos do PSDB e do PFL beneficiados do sanguessuga? Ou ele adota a prática de que tucanos não têm defeitos, mas os petistas se não tiverem, ele arranja?

Lair Estanilsau Alves - Belo Horizonte (MG)

Nota da Redação: Agradecemos, Lair, por suas palavras. Realmente temos que cobrar do Procurador Geral da República a denúncia dos parlamentares e candidatos do PSDB envolvidos com os sanguessugas, inclusive candidatos a governador.

Agressão israelense

Tem sido divulgada a informação de que o Hezbollah utiliza civis libaneses como escudos humanos (vide capa da revista Veja de 02/08/2006). Essa informação não se relaciona com a realidade e posso afirmar isso porque tenho nacionalidade libanesa e vivi naquele território por muitos anos, durante a época da ocupação israelense no território libanês (há 7 anos vivo no Brasil). Nunca foram observados lançamentos de armas aéreas próximas dos locais onde reside a população civil. Outra informação distorcida é o fato de que o Hezbollah desencadeou esse conflito atual por dois simples motivos: é cronologicamente impossível que Israel tenha planejado um ataque tão eficaz em tão pouco tempo, ou seja, a idéia do conflito já estava sendo gestada na mente dos agressores israelenses. O segundo motivo é que não é a primeira vez que o Líbano é atacado pela milícia israelense, que já realizava ofensivas antes mesmo do surgimento do grupo Hezbollah. Os cidadãos libaneses já sabiam previamente que Israel já possuía planos de expansão territorial. Quero agradecer a todos os brasileiros que estão sendo solidários ao sofrimento do povo libanês. Não é à toa que dizem aqui que “Deus é brasileiro”.

S. H. Shuman - São Paulo (SP)

Novos nazistas

Pode parecer estupidez da minha ignorante condição humana, mas, de tão repetida, a mania de assassinar crianças e transformar vizinhos que lutam pelo direito de abrir uma torneira em poça de sangue, me parece cada vez mais estúpida, nem por isso menos absurda. As imagens dos escombros falam por si. Você pode imaginar 500 mil brasileiros sem casa, sem água, sem comida, vendo o país ser destruído, e seus filhos, assassinados? Desculpe-me, mas se as fotos chocam, agridem, revoltam, lembre-se que elas foram tiradas por gente que viu e está vendo ao vivo este espetáculo que Israel, com o apoio dos Estados Unidos, dá ao mundo. A invasão israelense é brutal, covarde e premeditada e aos dois que pediram moderação, reafirmo que o estado israelense é mais que um covil de bandidos, de covardes e de assassinos... Israel é hoje um refúgio de salteadores, um bordel de novos nazistas, uma matilha de vira-latas, um estado caduco, um estado anacrônico, um estado despótico, um estado cruel, um estado tirano, o estado que inaugurou o martírio e a crucificação e agora amplia a morte de inocentes com o suplício das bombas, um estado indecente, um estado indecoroso. Enfim, Israel é um estado inviável.

Djalma Batigalhia - por correio eletrônico 

Crueldades sionistas

Assim como a Venezuela e outras nações já fizeram, o Brasil pode e deve seguir o exemplo, ou seja, retirar o nosso Embaixador de Israel. É uma forma sensata e pacífica de demonstrar insatisfação com as crueldades sionistas perpetradas contra árabes palestinos e libaneses. Se todos os países que são contra a barbárie ora instalada no Líbano e na Palestina fizerem o mesmo, será uma dura lição para Israel, sem a necessidade de um só tiro. Com essa atitude, a desmoralização e o isolamento dos israelenses perante o mundo, tornar-se-ão a forma mais apropriada de lidar com a terrível situação. Paz para os árabes.

Paulo de Tarso Souza - correio eletrônico

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