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Resistência embosca e abate 2 generais colaboracionistas

Nos cinco dias entre 15 e 19, os patriotas iraquianos provocaram 185 baixas entre invasores e seus lacaios; derrubaram um helicóptero; destruíram 56 veículos; explodiram com morteiros 14 bases e instalações do agressor, além de atingir a Zona Verde em Bagdá

A Resistência mandou para as profundezas o general colaboracionista Husayn Dalfi, que participou em novembro de 2004, ao lado dos chacais ianques, do assalto e devastação de Faluja, em emboscada na sexta-feira dia 17. Em outras ações, um general chefe de operações da polícia colaboracionista em Kirkuk, Hatim Khalaf,  foi devidamente passado nas armas, assim como o irmão do vice-fantoche da província de Anbar. No conjunto das ações da guerrilha em cinco dias – entre domingo 19 e quarta-feira 15 – os patriotas iraquianos abateram 185 invasores e seus lacaios; derrubaram um helicóptero; destruíram 56 veículos; e explodiram com mísseis e morteiros 14 bases e instalações do agressor, além de atingir a Zona Verde em Bagdá. O principal oleoduto ao norte da capital foi explodido na sexta-feira.  

FRONTEIRA COM JORDÂNIA  

O helicóptero foi derrubado no domingo à noite, em Rutba, perto da fronteira com a Jordânia. Testemunhas viram o helicóptero pegar fogo após ser  atingido por fogo antiaéreo iraquiano e cair. Em Arar, perto da fronteira com a Arábia Saudita, uma patrulha ianque foi dizimada e seu Humvee ardeu. Mais quatro marines mortos por bomba em Ramadi, capital da província de Anbar. Em Faluja, a guerrilha atacou o QG dos EUA no centro da cidade mais uma base, e dois postos na vizinha Amiriat. Quatro policiais colaboracionistas foram abatidos na estrada principal. Em Abu Graib, foram quatro os marines abatidos, mais um Humvee em destroços. Em Bagdá, a Resistência acertou o QG dos EUA no Iraque - a “Zona Verde” -, com dois mísseis de médio alcance em plena tarde, sacudindo o antro.  Outra base, no subúrbio de Dura, também foi atingida por barragem de morteiros. Comboio de suprimento de combustível, no bairro de Amiria foi surpreendido por uma coluna de guerrilheiros, que queimaram um caminhão-tanque e abateram dois soldados dos EUA. Em Tikrit, terra natal de Sadam, uma patrulha de lacaios foi pelos ares. Outro bando de colaboracionistas foi depenado em Tuz. Em Dujail – a cidade que virou pretexto para o “tribunal-farsa” -, combatentes iraquianos armados com Kalashnikovs e lança-granadas cercaram um comboio de suprimentos, destruindo nove caminhões e abatendo sete colaboracionistas. Franco-atirador iraquiano despachou mais um ianque em Samarra. Em Kirkuk, capital do centro petroleiro do norte do Iraque, e que é cobiçado pelos separatistas pró-EUA fantasiados de “curdos”, o general Hatim Khalaf, chefe de operações da polícia colaboracionista, foi emboscado e morto, assim como mais dois guarda-costas; outros dois ficaram feridos.  

EMBOSCADAS NO SÁBADO  

No sábado, mais emboscadas em Faluja (seis guardas colaboracionistas mortos e seu veículo destruído); Abu Graib (três marines mortos e um Humvee a menos); Bagdá (dois guarda-costas da comitiva do general Andel Karim Mariush abatidos no bairro de Al Carrada; seis policiais colaboracionistas abatidos a bomba em Al Jadida; três marines abatidos em Shab e quartel atingido por morteiros em Sayydia); Al Mushahadah (um blindado dos EUA explodido, com quatro abatidos); Al Madani (quatro facínoras da ‘tropa de choque’ abatidos e seu veículo em destroços); Baqba (seis guardas lacaios abatidos e um transporte de tropas em chamas; mais um carro-bomba, que deu cabo de cinco invasores e de um Humvee); base colaboracionista acertada por morteiros em Yusufia e emboscada que destruiu um Bradley e abateu quatro ianques; base dos EUA em Mosul sacudida por dois foguetes iraquianos e, noutra ação, quatro ianques abatidos, que seguiam num blindado.  

TRAIDOR DE FALUJA  

A execução do general traidor de Faluja, Husain Dalfi, ocorreu na sexta-feira, no bairro de Al Yarmuk, em Bagdá. Ele havia posado de “comandante do centro de operações colaboracionista”, que auxiliou os criminosos de guerra ianques a massacrar a população de Faluja em novembro de 2004, e sua cabeça estava a prêmio desde então. Praticamente todos os traidores que o ajudaram ali já foram prestar contas ao demo. Uma coluna de guerrilheiros havia sido incumbida de levar a justiça ao renegado, armada com fuzis e lança-foguetes. Dois carros da comitiva de Dalfi foram destruídos e, além dele, mais três bandidos foram mortos. No mais, a Resistência abateu quatro marines e destruiu seu jipe em Ramadi; despejou uma barragem de morteiros sobre uma base do invasor em Faluja e destruiu um varre-minas e matou dois soldados dos EUA em Abu Graib. Na capital, emboscada em Gazalia matou cinco marines e fez arder seu Humvee; em Mahmudia, dois Humvees destruídos, um por carro-bomba, e outro por bomba detonada por controle-remoto, abatendo em torno de oito marines; em Kirkuk, dois soldados dos EUA mortos e mais três feridos. 

NEPOTISMO  

Na quinta-feira dia 16, a guerrilha executou em Ramadi por nepotismo o irmão do vice-fantoche da província de Anbar Arif Al Alwani, um certo Fadil. Uma coluna de guerrilheiros cercou em Faluja uma patrulha colaboracionista e deu cabo de cinco. Violenta barragem de Katiushas embalou o sono dos invasores na base de Al Bagdadi, a maior de Anbar. Quatro agressores dos EUA e três policiais colaboracionistas foram abatidos em emboscadas nos bairros de Dura e Al Waziria, na capital; dois veículos arderam. Mais três colaboracionistas abatidos em Tikrit; dois caminhões, que transportavam cimento para uma base dos EUA, foram incendiados em Al Ishaqi; um caminhão-tanque e um Humvee incinerados em Balad, por bomba. Mais quatro lacaios abatidos em Kirkuk e três soldados dos EUA em Mossul.

Na véspera, a Resistência encheu de bombas e morteiros o invasor em Faluja e a população foi às ruas contra a ocupação. Instalações dos EUA no centro de Ramadi foram agraciadas com barragem de morteiros. Caminhão de suprimentos ardeu em Hit. Guerrilheiros iraquianos cercaram patrulha dos EUA em Abu Graib e mataram seis e feriram oito. Em Bagdá, carro-bomba lançado contra uma fila de candidatos a colaboracionistas na entrada da base de Al Mutana abateu 16; emboscada na Estrada do Aeroporto destruiu dois caminhões; patrulha de lacaios foi desmantelada em Azamia; bomba abateu quatro bandoleiros da ‘tropa de choque” colaboracionista e guerrilheiros executaram um tenente-coronel da guarda colaboracionista no bairro de Al Bu Ithah e um capitão colaboracionista em Sayydia. Mais emboscadas em Balad, Samarra, Baqba e Al Hawjah.

ANTONIO PIMENTA    

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