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Unidades de Saúde destinadas ao tratamentoe diagnóstico da hanseníase aumentam 41% O Ministério da Saúde aumentou em 41,06% o número de unidades de saúde que faz diagnóstico e tratamento da hanseníase no Brasil. A ampliação do número de unidades de saúde que dão atenção à doença é um dos meios para o país alcançar a meta mundial (menos de um caso por 10 mil habitantes) estabelecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS). De acordo com o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, o incremento de 41,06% em comparação com 2004 é um “resultado fantástico” e significa que as ações do ministério estão no caminho certo. Para a coordenadora do Programa Nacional de Eliminação da Hanseníase (PNEH) da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS), Rosa Castália, o resultado é um “considerável avanço, visto que é este o maior incremento de cobertura desde 1998, quando a descentralização dos serviços de saúde passou a ser considerada estratégia essencial para o alcance da eliminação da hanseníase”. Entretanto, “ainda não é a cobertura ideal para proporcionar a eliminação da sustentabilidade dessa doença” pondera. Apesar dos números positivos, Barbosa defende que o trabalho de diagnóstico e tratamento da hanseníase devam continuar em cada Estado, “principalmente aqueles que ainda têm a prevalência alta da doença”, como os da região Norte e alguns do Nordeste, e no Centro-Oeste, particularmente Mato Grosso. Ele defende que haja “estratégias para que se atinja, de maneira homogênea, uma redução da prevalência”. |