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“Os resultados do quarto trimestre são perturbadores e colocam dúvidas até sobre o crescimento de 2,5% em 2005”, alertou o deputado federal do PMDB-SP e ex-ministro Delfim Neto. “Existe, portanto, um espaço importante para uma redução ordenada e responsável da taxa de juro real para 7%, no final de 2006”, avaliou. Ele enfatizou que estes níveis de juros estão “muito longe do relatório do BC, que ainda estima 15% de taxa Selic em 31 de dezembro de 2006”. “Isso nos deixaria com uma taxa de juros real em dezembro da ordem de 11%, com a qual podemos esquecer 2006”, acrescentou. |