|
1
2 3
4 5
6 7 8|Índice|
Biblioteca|Assinatura|Expediente|Cartas|Não tropece na Língua |
|
|
|
Cartas Envie sua carta: horadopovo@horadopovo.com.br hp@webcable.com.br Cafajestes da oposição Se existe um politiqueiro que quer superar as cafajestices de um Artur Virgílio, um Alberto Goldman, um ACM Neto, etc., este é o tal Eduardo Paes. Ele não quer que o jornal do governo divulgue seus feitos administrativos. E o mais hilariante, quer que o governo publique as crises políticas com a lupa da oposição. Quer que publique sobre estradas esburacadas, estradas estas que foram estadualizadas com verbas federais. Verbas estas desviadas para outras finalidades até hoje não explicadas. Quem vai dar o troco para os cafajestes da oposição são os eleitores deste imenso Brasil em outubro deste ano, porque Lula, apesar das dificuldades, está sendo o melhor governo dos últimos 50 anos. Lair Estanilslau Alves – Belo Horizonte (MG) Raça brasileira Carvalho, Almeida, Prado, Ferreira, Silveira, Pereira, Cavalcanti, Moreira, Barbosa, Martins, Oliveira, Souza e, principalmente, Silva. Esta é a raça brasileira. Não é verdade, sr. Jorge “maracujá” Bornhausen? O senhor, e mais Jereissati, Kazoy, Mainardi, Jabour, Neumani, Izar, Pizza, Goldman, Civitta, Lorenzoni, Serraglio, e tantos outros milhões de estrangeiros foram acolhidos de braços abertos pelos Silvas deste país e, portanto, os respeitem. Não fomentem a desordem, não façam terrorismo, não quebrem o prato onde comem, sejam gratos e entendam que o respeito é bom e preserva a saúde. O preconceito não é próprio do brasileiro. Sr. Jorge “maracujá” peça desculpas ao presidente Silva, a marca registrada deste país, símbolo da raça à qual o senhor se referiu de forma rasteira. Cido Carvalho - São Paulo (SP) União pelo Brasil Qualquer pessoa, instituição ou país sem credibilidade, não sobrevive. Esse é um comportamento idiota. Ao invés de nos unirmos, somarmos forças para construirmos um Brasil melhor, ficamos jogando sujeira uns nos outros. O Brasil não merece isso, os brasileiros não merecem isso, não merecem e nem devem aceitar isto que está acontecendo. Estamos sendo jogados no ralo. A palavra “supostamente”, nunca tinha sido tão pronunciada antes. Isso revela e prova o grau de incerteza que é passado para a população. Também não consigo entender o conselho que se diz de ética, permitir que alguém faça acusações sem provas para o mundo inteiro assistir. Fofocar é ético ou leviano? Precisamos, desde já, deixar de lado nossas diferenças partidárias e ideológicas e, com responsabilidade, respeito, seriedade e um pouco de inteligência, nos unirmos em prol de um único partido chamado Brasil. José Simão Silva – São Paulo (SP) Tratamento ao FMI Permita-me dizer, caríssimo companheiro, senhor presidente: Vossa Excelência começou errando nas alianças. E, para piorar, ainda temendo a reação do mercado, quedou-se a ele apresentando aquela fatídica Carta ao Povo Brasileiro. Um sinal concreto de que o seu governo trataria o mercado financeiro como parceiro privilegiado. Não, não estou sendo exagerado na minha afirmação. Nunca os banqueiros lucraram tanto na história de nossa República. Os números não mentem. Eu sei, a situação porque passava o país em 2002 era delicada, estava à beira de uma argentinização. Mas, convenhamos, caríssimo companheiro-presidente, a situação que o seu colega argentino Nestor Kirshiner enfrentou foi muito pior. Lá, eles estavam falidos. A diferença é que ele, mesmo sem ter uma votação avassaladora, estupenda, extraordinária, ousou enfrentar aqueles setores que levaram o seu país à bancarrota. Mesmo sem nunca ter afirmado em sua trajetória política que a dívida com o FMI era impagável, seu governo teve a coragem de suspender o seu pagamento e a capacidade de renegociá-la com os seus credores e assim fez a maior e mais eficiente renegociação de uma dívida de Estado que se tem notícia. Ele também sabia que não podia errar, e por fazer a coisa certa, acertou. Não é à toa que o crescimento do seu país é superior ao nosso e ainda se dá ao luxo de liquidar a dívida que tinha com o Fundo com uma solução parecida com a nossa. Carlos Rabelo – Salvador (BA) Descaso nos bancos Além de sermos pesada e descaradamente cobrados pelo diversos bancos, com taxas e tarifas absurdas para simples consultas, ainda temos de penar dentro deles para fazer algum pagamento. Esse é o típico caso do Banco Itaú, no Rio de Janeiro. Minha namorada, que trabalha em um hospital no bairro de Campo Grande, ficou, nada mais, nada menos, do que uma hora e trinta minutos para pagar o aluguel na agência que fica no calçadão daquele subúrbio carioca. Reclamou com o gerente que disse que nada podia fazer. Eu, dois dias depois, em Petrópolis/RJ, também passei por agrura semelhante, pois me dirigi às quatro agências do referido banco, localizado no centro da cidade, para pagar o IPVA do meu automóvel e, em todas elas, as filas estavam quilométricas. Fernando Al-Egypto – Rio de Janeiro (RJ) |