1 2 3 4 5 6 7 8|Índice| Biblioteca|Assinatura|Expediente|Cartas|Não tropece na Língua
Envie sua carta: horadopovo@horadopovo.com.br | hp@webcable.com.br

Cartas

Envie sua carta:  horadopovo@horadopovo.com.br   hp@webcable.com.br

Pesquisas e chicaneiros

Apesar de Lula estar muito bem nas pesquisas para a sua reeleição, para dizer a verdade tenho muitas dúvidas sobre pesquisas, principalmente eleitorais. Depende muito do momento. De repente um desses chicaneiros cria um desses factóides e faz um estrago na campanha do Lula. Aliás, é a especialidade desses calhordocráticos. Mas um fenômeno observo nesse governo: Lula recebeu quase três anos de críticas contundentes e um ano de denúncias de toda espécie, através do conto do mensalão, CPIs para dar e vender. Mesmo com toda essa artilharia de ataques infundados, se as eleições fossem hoje, Lula seria eleito no primeiro turno. Contudo, isso não é suficiente para prever o futuro, mas que dá para tirar um sarro legal com a cara desses boko-mokos parlamentares oposicionistas, isso dá!

Lair Estanislau Alves - Belo Horizonte (MG)  

Segurança Pública

O caos que a Segurança vive em São Paulo matou mais um trabalhador penitenciário. Fico indignado com essa situação, onde pais de famílias não têm a mínima condição de trabalho. Durante os últimos anos, nosso Estado foi sucateado por governos do PSDB que, seguindo rigorosamente a cartilha neoliberal, privatizaram várias estatais, desestruturaram toda a educação e o sistema de saúde. E o pior disso tudo é que agora a bomba, que foi armada durante esses anos, estourou, e o governador Geraldo Alckmin diz que não tem nada a ver com isso. Diz que as rebeliões, o fortalecimento do PCC, não têm relação nenhuma com a política que seu partido insiste em aplicar. O povo não acredita mais nessa hipocrisia e vamos provar isso nas urnas.

Márcio Andrade - São Paulo (SP)  

Termômetro

O apoio do ex-presidente José Sarney a Lula é mais uma evidência de que é quase impossível a derrota do petista nas próximas eleições presidenciais. Justamente por historicamente transitar entre posições progressistas e conservadoras, Sarney é um bom termômetro de para onde caminha a política nacional e, seu apoio, na última semana, é praticamente um atestado de que a vitória de Lula é irreversível. Parece-me interessante a evidência de que forças nacionais que estiveram durante anos em campos opostos estejam finalmente se entendendo. Ao país não interessa a fragmentação, o desentendimento entre expressões nacionalistas, sejam elas representantes de trabalhadores, da classe média ou mesmo da alta burguesia, pois quem se alimenta desse desentendimento são justamente os representantes dos interesses anti-nacionais, que crescem e se afirmam particularmente nos momentos em que a Nação se degladia em conflitos internos. Vejo, portanto, como salutar e edificante esse novo momento da vida nacional. Que os ares da unidade fortaleçam os vínculos internos para que o país possa, com altivez, enfrentar a fúria do insano capital que vem da América do Norte, único e verdadeiro flagelo que se abate sobre a Nação Brasileira.

Roberto Lins Moura - São Paulo (SP)  

Questão de lógica

A Copa do Mundo (que na realidade é o mesmo Campeonato Europeu, com a diferença de que neste evento os jogadores são todos misturados e reagrupados por nacionalidade), é um lugar de curiosas curiosidades. Onde alguns se preocupam em vencer recordes existentes enquanto outros preferem vencer a Copa. Nesta competição o time da Seleção Brasileira entrou para a história, conseguindo sem esforço algum decepcionar mais de cem milhões de pessoas em um curto espaço de tempo. Seguem abaixo algumas desculpas que talvez eles usem para explicar os seus erros: A Seleção não queria correr riscos e por isso não correu; O jogo parecia a fábula da “tartaruga e a lebre”. Como a tartaruga sempre vencia no final da história, os jogadores acharam que com eles não seria diferente; Parafraseando uma antiga música de Raul Seixas: “O problema é que tinha muita estrela pra pouca constelação...”; Parreira disse que o time não jogou perdido em campo, não jogou mal e não jogou parado: o time apenas não jogou; Por fim, acredito que a Seleção Brasileira apenas usou a lógica, pois quem joga muito erra muito, quem joga pouco erra pouco, então eles preferiram não errar.

Antonio Brás Constante - correio eletrônico

Voltar

Paginas: 1 2  3  4  5  6  7  8