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Cartas

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Invasão genocida

O mundo assiste, com espanto, aos últimos acontecimentos que estão ocorrendo no Oriente Médio. As ações unilaterais impetradas pelo Estado de Israel tiveram início no dia 27 de junho, exatas 10 horas após os líderes palestinos de todas as facções terem firmado acordo no qual reconheciam o direito a existência do Estado de Israel. Fato histórico há muito esperado por toda comunidade internacional. Enquanto muitos árabes, palestinos e israelenses ainda comemoravam esta decisão, Israel enviava aviões, mísseis e tanques para ataques na Faixa de Gaza. Apesar dos apelos da Autoridade Nacional Palestina ao Quarteto de Madrid (ONU, EUA, Rússia e União Européia), nenhum esforço foi feito a contento para impor um cessar fogo na região. Isso possibilitou que Israel cumprisse as ameaças contra outros países, invadindo o território do Líbano. Neste momento todos nós que defendemos os Direitos Humanos não podemos pactuar com o genocídio dirigido a qualquer povo, qualquer cultura, etnia ou religião, qualquer irmão. Devemos lembrar que, quando as grandes potências pensavam em se constituir, no Oriente Médio já havia povos milenares como os libaneses que remontam de 2700 a.C., assim como os palestinos que são referidos na Bíblia desde o antigo testamento, com uma cultura viva e desenvolvida. Por isso exigimos que os princípios pactuados pela ONU sejam imediatamente observados por Israel. Em especial a Resolução 2787 e a Resolução 242, do Conselho de Segurança da ONU, de 22 de novembro de 1967.

Paulo Pimenta, deputado federal pelo PT-RS - correio eletrônico

 Antes dos ataques

Olá, caros amigos do Jornal Hora do Povo. Não querendo tomar o lugar dos analistas internacionais, no que diz respeito ao bombardeio no Líbano, observo que existiram alguns movimentos antes dessa invasão. Vou citá-los: primeiramente foi o atentado ao ex-primeiro ministro libanês Hafiq Hariri, que foi morto por ação terrorista (isso de acordo com os jornalistas amestrados, este efetuado pelo serviço de inteligência da Síria). Segundo: imediatamente surgiu um movimento no sentido de retirada das tropas Sírias do território libanês, sendo feita com o aval da ONU. Após a retirada, com o Líbano desguarnecido, o que vemos: Israel invadindo o Líbano sendo que este não possui uma defesa à altura do poderio bélico de Israel. Não faz sentido então os movimentos anteriores a essa invasão? Abraços a todos deste ótimo jornal.

Miguel Angelo B. Guadelupe - Juiz de Fora (MG)

Nota da Redação: Um abraço de todos aqui da redação para você também, Miguel.

 

Assassinos de indefesos

Que o Deus cristão e muçulmano, Deus perdoador, clemente, misericordioso, tenha piedade dessa gente bárbara, selvagem, raivosa que, travestida de civilizada, destrói pelo prazer de destruir, e assassina seres humanos indefesos, fingindo ignorar que seus atos ensandecidos são contraproducentes e serão prejudiciais para si próprio no futuro. E que o Deus de Israel, vingativo, severo, punidor da iniqüidade dos pais nos filhos por várias gerações, assistindo a tanta covardia e barbárie, faça dessa gente aquilo que deve ser feito, conforme seus desígnios.

Mauro Fadul Kurban - São Paulo (SP)

 Sionismo e nazismo

Vejam o sionismo hoje: general israelense Dan Halutz, “para cada ataque com foguete do Hizbollah contra Haifa serão destruídas dez casas em Beirute”. Heydrich, nazista, que organiza a repressão nos territórios ocupados. A ferro e fogo. “Por cada alemão caído, cem reféns fuzilados”. O próprio Heydrich é baleado e morto por dois resistentes tchecos. Alguma dúvida?

João Carlos Macluf  - São Paulo (SP)

 Armas químicas

Israel e os Estados Unidos estão testando suas piores armas sobre os árabes. Químicas, radioativas, etc. Vamos acordar, nos mobilizar. Vamos à luta, pois a Humanidade não merece isto!

Yasmim Anukit - Rio de Janeiro (RJ)

EUA e Israel

EUA e Israel agem ao melhor estilo “comigo ninguém pode”. Odiados por todos os cantos do Planeta, conforme assistimos diariamente nas imagens da tv, ambos merecem exclusão do bom convívio entre as nações ou então que se adaptem, sem exercerem as suas peculiares manias de grandeza. A união faz a força, e havendo vontade da imensa maioria em uma união mundial em prol da paz, da aceitação de diferenças e do respeito mútuo, literalmente falando, os dois destoantes e simbióticos países valentões, não se enquadrando, seriam sacados do cenário pacífico mundial. A humanidade está farta de ser refém dos desmandos e alucinações dos EUA e de Israel.

Fernando Al-Egypto - Petrópolis (RJ)

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