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Quintana: Pra que viver assim num outro plano?

Celebrando o centenário de Mario Quintana - no dia 30 -, o mais importante poeta do Rio Grande do Sul e um dos mais populares do país, o também poeta gaúcho Sidnei Schneider mergulha na obra do autor para analisar os meandros que fizeram dele um dos grandes da poética lírica e cotidiana, apesar de fugir das grandes questões do seu tempo

SIDNEI SCHNEIDER

A comemoração dos 100 anos de nascimento de Mario Quintana, além de colocar obra e poeta em evidência, é momento adequado para indagações e releituras. Coroado poeta mais importante do Rio Grande do Sul, contribuição do estado para a plêiade nacional, diante do qual devem se posicionar obrigatoriamente os novos autores e as novas gerações de leitores, sua poética merece respeito e exame, saudação e crítica, única maneira de homenageá-lo sem rapapés e ingenuidades, detestadas por ele.

No primeiro livro, A Rua dos Cataventos (1940), espécie de filme de cenas sucessivas compostas por sonetos, é possível identificar os dois vetores que o levariam a ser um poeta do cotidiano, das pequenas coisas da vida de onde pretendeu arrancar uma revelação e, função direta de toda poesia, uma maneira nova de sentir o mundo. Para tanto, recusou o isolamento da torre de marfim, o lugar em que deveria ficar o poeta segundo escolas literárias tão voltadas para o respectivo aspecto formal quanto despreocupadas da realidade, como o parnasianismo e, tirante o melhor de Cruz e Sousa, o simbolismo. Assim, a proposta anterior era clara: 

Longe do estéril turbilhão da rua,
Beneditino, escreve! No aconchego
Do claustro, na paciência e no sossego,
Trabalha, e teima, e lima, e sofre, e sua!

(A um poeta – Olavo Bilac)
 

Cabe a Quintana o mérito de produzir uma antítese disso, no melhor dos seus sonetos: 

Minha rua está cheia de pregões.
Parece que estou vendo com os ouvidos:
“Couves! Abacaxis! Cáquis! Melões!”
Eu vou sair pro Carnaval dos ruídos, 

Mas vem, Anjo da Guarda... Por que pões
Horrorizado as mãos em teus ouvidos?
Anda: escutemos esses palavrões
Que trocam dois gavroches atrevidos!
 

Pra que viver assim num outro plano?
Entremos no bulício quotidiano...
O ritmo da rua nos convida. 

Vem! Vamos cair na multidão!
Não é poesia socialista... Não,
Meu pobre Anjo... É... simplesmente... a Vida!...

(Soneto IV) 

Acontece que essa mesma disposição de aproximar-se do real, aqui tão bem formulada, não era total nem irrestrita, o poeta permanecia, por opção, adstrito a determinados temas e abordagens, negando-se a abarcar a totalidade da vida: colocava fora do campo da sua sensibilidade poética, em assumido a priori declarado em verso e prosa, tudo o que fosse socio-político. Verdade que muitas coisas são sociais e políticas, e em sentido amplo e humano, tudo, mas quanto ao que ele se referia, por exceção alguma vez se contradisse, tematizando os humilhados sociais, entretanto tais poemas, de acordo com ele mesmo, estão longe de figurar entre os melhores. Independente da preocupação que o cidadão Mario Quintana pudesse ter com os grandes acontecimentos da sua época, ela parecia ser insuficiente para penetrar a sua poesia ou esbarrava nessa limitação auto-imposta. Diferentemente do que fizeram Carlos Drummond de Andrade, Vinicius de Moraes, Cecília Meireles, João Cabral de Melo Neto, Ferreira Gullar e outros. Não só porque abordaram uma problemática que afetava nosso modo de viver e encarar o mundo – Segunda Guerra, bomba atômica, luta pela soberania, questões sociais brasileiras, período ditatorial – diretamente, mas porque as aflições e desejos dos brasileiros e da humanidade estavam subjacentes ao conjunto de sua obra de maneira diversa, não excludente. A possibilidade da hecatombe nuclear, como não podia deixar de ser, sensibilizou a Quintana, gerando vários poemas. Mas não se trata aqui, bem entendido, de exigir que o poeta só se refira a grandes temas ou episódios, menosprezando os outros – uma formiga trazendo o frêmito da vida à página em branco era um poema para Quintana, quanto um mosquito fazendo sombra de lira em outra, para Vinicius – pois ao público e ao leitor interessam muitos temas, abordagens e formas. Ao contrário, o que surpreende é a exclusão voluntária a que o poeta se submeteu, como se isso pudesse atrapalhar a sua poesia ou como se ele não estivesse preparado para abordar poeticamente assuntos tão complexos, superar o mundo provinciano em que estava metido. 

Eu nada entendo da questão social.
Eu faço parte dela, simplesmente...
E sei apenas do meu próprio mal,
Que não é bem o mal de toda gente, 

Nem é deste Planeta... Por sinal
Que o mundo se lhe mostra indiferente!
E o meu Anjo da Guarda, ele somente,
É quem lê os meus versos afinal...
 

E enquanto o mundo em torno se esbarronda,
Vivo regendo estranhas contradanças
No meu vago País de Trebizonda...
 

Entre os Loucos, os Mortos e as Crianças,
É lá que eu canto, numa eterna ronda,
Nossos comuns desejos e esperanças!

(Soneto V) 

Deixemos de lado, porém, a leitura mais imediata desse que é o poema mais polêmico de Quintana para avaliar uma mais favorável, baseada na ironia – o poeta não estaria dizendo o que está escrito, estaria se auto-ironizando – leitura apoiada em versos como “Nem é deste Planeta... Por sinal” e “No meu vago País de Trebizonda...”. Estaria o poeta falando a sério? Não entenderia nada da “questão social” quem, dez anos antes, alistara-se como voluntário na Revolução de 30, através do 7º Batalhão de Caçadores de Porto Alegre, rumando com Getúlio Vargas para derrubar Washington Luís no Rio de Janeiro? Verdade que ele se decepcionou, não com a causa, como explica a sobrinha Elena Quintana, mas com sua própria atuação: “O grupo do qual o tio fazia parte ficou encarregado de policiar o mangue. Não foi muito agradável. O tio, como escrevia bem, ainda foi designado a fazer os diários da tropa. Ele contava que os fazia com liberdade, com um texto bem floreado. Mesmo assim, decepcionou-se com o trabalho pesado e com, digamos, a falta de glamour da função”. Além disso, jovem desregrado e assim a vida inteira, ele não teria se deixado “contaminar” pela disciplina militar. Permaneceu seis meses no Rio de Janeiro e voltou para Porto Alegre. O fato é que depois dessa experiência a política se apagaria do seu horizonte, chegando ele a declarar mais tarde que se alistou porque “estava curioso de conhecer o Rio”, afirmação que não pode ser lida longe do seu espírito galhofeiro. Admitamos, então, uma referência auto-irônica nesse soneto, um grau de consciência, por assim dizer, de si mesmo. Mas por que continuamos com a forte impressão de que nesse poema o poeta deslindava da sua poética aspectos importantes da realidade? Talvez ajude na resposta uma anedota de consultório onde o paciente diz ao analista, “Doutor, cheguei à conclusão de que sou péssimo marido, mau amante e um pai medíocre”. O analista, ao invés de perguntar o habitual, “Por que o senhor diz isso?”, ou “Por que o senhor se deprecia dessa maneira?”, ou “O senhor conhece alguém assim na sua família?”, opta por outra alternativa: “O fato de o senhor me dizer que é péssimo marido, mau amante e um pai medíocre, não diminui em nada a possibilidade de o senhor ser um péssimo marido, mau amante e um pai medíocre”. Ou seja, às vezes quando alguém se autocritica o faz com a certeza íntima de que não é nada disso do que está dizendo, pois a verdade está encoberta e é melhor que a aparência. Em relação a Quintana, o dado é que ele exercitou durante a vida muito do que aqui, na primeira publicação, expunha entre afirmativo e auto-irônico, por isso a citada impressão forte que o poema causa permanece.

Objetivando uma análise justa, podemos dizer que as esperanças, pelo menos, estão ali, todavia de modo insuficiente para negar totalmente o que está dito antes. Quem quer ver o contrário, troca o rigor da análise pela simpatia ao bom velhinho, mas não ajuda a resolver essa questão que ele nos deixou.

Um poeta tem o direito de escrever sobre o que ele quiser, embora as suas opções, evidentemente, cobrem um preço. O nome de Mario Quintana, o mais importante poeta gaúcho e seguramente um dos mais destacados da cena nacional, demanda hoje uma série de perguntas, algumas suscitadas no diálogo entre poetas ou acadêmicos, quase sempre de modo restrito, como se ninguém quisesse incomodar a justa admiração que o público lhe devota. Porque tem o tamanho que tem, merece e resiste a toda a reflexão, seu lugar está garantido, o que importa é que outros modos de sentir sejam gerados, consoantes com a demanda da realidade em movimento, junto aos poetas capazes de exprimi-los. Para ombrear com ele, será preciso ir além dele, o mundo não pára.

Formuladas de maneira investigativa, algumas perguntas se impõem. As opções poéticas que tomou ao longo da vida ampliaram ou limitaram a profundidade da obra? Ao preferir-se à margem das questões sócio-políticas, trocadas pelo embate direto com as pequenas e palpáveis coisas da vida, que reflexos isso trouxe à obra, se mesmo do pequeno, o que é plenamente viável, evitava tirar o todo? Essas opções estão ligadas a um certo tom passadista e negativo ante ao progresso, sempre visto como um incômodo, em alguns de seus poemas? É possível concordar com a formulação do crítico gaúcho Luís Augusto Fischer, segundo a qual Quintana, apesar de poeta nacionalmente importante, não atingiu a esfera dos maiores, ao lado de gente como Carlos Drummond de Andrade e outros, por recusar-se às grandes questões de sua época? Esse último, aliás, produziu uma pertinente indagação poética, bem-vinda ao caso e merecedora de reflexão: “Como fugir ao mínimo objeto, ou recusar-se ao grande?”

Quintana, contudo, resolveu muitas demandas para nós, as mesmas que levaram outros a bater cabeça no muro, recebendo por isso o carinho do público. A assunção do cotidiano, da rua, das pessoas que nela transitam como matéria da poesia é uma dessas conquistas. A fluência verbal nos poemas, na poesia em prosa, e inclusive nas formas fixas como a do soneto, é outra: já não se escreve enrolado, de trás pra frente, cuspindo versos.  

O MAPA 

Olho o mapa da cidade
Como quem examinasse
A anatomia de um corpo... 

(É nem que fosse o meu corpo!) 

Sinto uma dor infinita
Das ruas de Porto Alegre
Onde jamais passarei...
 

Há tanta esquina esquisita,
Tanta nuança de paredes,
Há tanta moça bonita
Nas ruas que não andei
(E há uma rua encantada
Que nem em sonhos sonhei...) 

Quando eu for, um dia desses,
Poeira ou folha levada
No vento da madrugada,
Serei um pouco do nada
Invisível, delicioso
 

Que faz com que o teu ar
Pareça mais um olhar,
Suave mistério amoroso,
Cidade de meu andar
(Deste já tão longo andar!)
 

E talvez do meu repouso...
(Apontamentos de História Sobrenatural, 1976) 

Tradutor de 168 livros – de autores fundamentais como Proust, Conrad, Voltaire, Virginia Woolf, Maupassant, Lin Yutang, Balzac, Papini, etc –  ele não brandia sua erudição, preferia citar nos seus textos os populares Anjo da Guarda, Menino Jesus, Frankestein, Simbad, Jack o Estripador, Lili, Tia Élida, Major Pitalunga e outros. E ao eleger os tipos humanos reais, merecedores de sua atenção, agia de igual modo. Mesmo sendo um poeta lírico, apegado a temas como a passagem do tempo e o ser diante da morte, retratava a experiência das pessoas comuns, sem atrativos especiais maiores do que a faina diária pela sobrevivência e a sabedoria nela adquirida. Se deixou para outros ou para os pósteros o equacionamento de algumas questões relativas à poesia e à arte, como procuramos demonstrar, isso não quer dizer que não se colocasse ao lado do povo. 

AS PARTEZINHAS 

Num remoto verão, ouvi uma cozinheira consultando o farmacêutico da esquina, a propósito de sua filhinha de meses:

– Ah, seu Lotário, nem queira saber. A toda hora eu ponho talco nas partezinhas dela... Não adianta! O senhor não poderia me arranjar alguma outra coisa?

Mas que diplomacia de linguagem – refleti, – que respeito aos ouvintes e, principalmente, à criaturinha em questão!

E que haveriam de pensar daquela grossa comadre certas mulheres finas de hoje? As quais, por um esnobismo às avessas, tentam falar como elas pensam que fala o povo. Ora, o povo é mais refinado...
(A Vaca e o Hipogrifo, 1977) 

A recusa humorada ao excessivo e ingênuo apego à forma – na verdade, à deformação da arte – é mais uma contribuição sua, fosse o matiz parnasiano ou concretista, como se pode ler nos livros Espelho Mágico (1951) e Do Caderno H (1973), respectivamente: 

DO CUIDADO DA FORMA               

Teu verso, barro vil,
No teu casto retiro, amolga, enrija, pule...
Vê depois como brilha, entre os mais, o imbecil,
Arredondado e liso como um bule!
               

TRECHO DE ENTREVISTA 

Mas por que falar em poesia concretista? Diga-se concretismo, apenas, e estará ressalvada a poesia. 

E certa narrativa contemporânea de apelo comercial precisaria conhecer o chiste abaixo, também de Do Caderno H: 

REFINAMENTOS 

Escrever o palavrão pelo palavrão é a modalidade atual da antiga arte pela arte. 

Mais do que tudo, ele nos legou o seu humor poético – um dado importante que não pode ser reduzido ao simples poema-piada, embora ele também o exercitasse, particularmente nos aforismos – uma maneira muito sua de se relacionar com os outros e com o real, às vezes escondida como fina ironia dentro dos melhores poemas. Caso raro, raríssimo, o de um lírico bem-humorado! Sendo o humor um modo muito saudável de encarar o mundo, eficiente na criação imediata da perspectiva realista, e causador de uma grande economia psíquica, como observou Freud, por definição libertadora. Quintana era um trocista de primeira, dentro e fora da poesia. Durante os últimos anos da ditadura, um Ministro de Estado se aproximou dele em uma sessão de autógrafos, na Feira do Livro de Porto Alegre, e tentou ser gentil: “Gosto muito dos seus versinhos”. Quintana, abrindo sua típica expressão de incredulidade, revidou no mesmo instante: “Obrigado por sua opiniãozinha”. No livro A Vaca e o Hipogrifo, reparem só, até da morte ele consegue fazer graça: “é quando a gente pode, afinal/ estar deitado de sapatos...”

O contato direto do poeta com o público, através da seção Do Caderno H – iniciada em 1943 na Revista Província de São Pedro, da épica Livraria do Globo, tornada diária no Correio do Povo de 1953 até 1967, transferida para o Caderno de Sábado até 1980 e Letras & Livros do mesmo jornal até 1984, com reprodução no Jornal da Tarde de São Paulo – com certeza contribuiu para o entrelaçamento entre autor e público, ampliando o seu modo simples e elevado de tratar a complexidade da vida e criando um público leitor de poesia no Rio Grande do Sul, algo nada desprezível. Tanto que – apesar de hoje se dizer que Quintana é localmente mais conhecido do que sua poesia – a idéia que os gaúchos têm do que seja ou não poesia remete sempre ao que ele realizou, o que se pode comprovar em conversas, nos resultados dos concursos literários e em muitos dos poemas que circulam nos ônibus de Porto Alegre. De resto, acontece o mesmo em outros estados onde houve um poeta dominante, como é o caso de Paulo Leminski no Paraná.

Quanto à elevação e simplicidade, quem não se deixaria atingir por algo tão singelo, verdadeiro e pra cima como isto?  

Os casais que fazem amor estão dando corda no relógio da vida. 

Agorinha apareceu nova teoria no pedaço, e eu não abordaria o tema se não fosse ele colocado em pauta por um destacado pensador do nosso sistema literário em pública palestra. Mario Quintana homossexual? Bobagem. Morreu sozinho mas teve lá suas namoradas, e a mencionada Eloí Callage, então estagiária do Correio do Povo, é só uma delas. Eu mesmo vi, nas mãos de uma senhora hoje avó, uma quantidade de poemas manuscritos e, entre eles, um bilhete erótico sobre o qual estava colada uma foto de revista, mais arrancada do que recortada, na qual uma bela moça nua apertava entre as nádegas um lírio vermelho. Mais cedo ou mais tarde isso aparece, fiquem tranqüilos, não vou ser eu quem vai entregar o jogo. Sem falar na conhecida paixão do poeta por Cecília Meirelles, mulher casada, nunca correspondida. 

A OFERENDA  

Eu queria trazer-te uns versos muito lindos...
Trago-te estas mãos vazias
Que vão tomando a forma do teu seio.

(Esconderijos do Tempo, 1980) 

ESTUFA  

Que imaginação depravada têm as orquídeas! A sua contemplação escandaliza e fascina. Vivem procurando e criando inéditos coloridos, e estranhas formas, combinações incríveis, como quem procura uma volúpia nova, um sexo novo...
(Sapato Florido, 1948) 

Quintana escreveu algo que nos remete hoje, em homenagem aos seus 100 anos, a ele mesmo e a um sentido da vida: Quando morremos acontece com as nossas esperanças o mesmo que com esse brinquedo de estátuas, em que todos se imobilizam de súbito, cada qual na posição do momento. Mas as esperanças têm menos paciência. E vão imediatamente continuar, no coração dos outros, o seu velho sonho interrompido.

E lá vamos nós. 

Bibliografia:

CLEMENTE, Elvo; MOREIRA, Alice Terezinha Campos e CAMINHA, Heda Maciel. A ironia em Mario Quintana. Porto Alegre: Acadêmica, 1983.

FEIX, Daniel. Mario Quintana, luz sobre o poeta. Revista Aplauso, Porto Alegre, n. 72, pp. 26-33, Jan. 2006.

FIGUEIREDO, Maria Virgínia Poli de. O uni-verso de Quintana. Caxias do Sul: UCS/EST, 1976.

FISCHER, Luís Augusto. Literatura gaúcha. Porto Alegre: Leitura XXI, 2004.

Um passado pela frente, poesia gaúcha ontem e hoje. Porto Alegre: UFRGS, 1998.

FORBES, Jorge. O analista do futuro. Revista Memória da Psicanálise, São Paulo, n. 4, pp. 6-13, 2005.

QUINTANA, Mario. Quintanares (A rua dos cataventos, Canções, Sapato Florido, O aprendiz de feiticeiro e Espelho mágico). Porto Alegre: Globo/MPM, 1976.

Do caderno H. Porto Alegre: Globo, 1973.

Prosa e Verso. Porto Alegre: Globo, 1978.

Apontamentos de história sobrenatural. Porto Alegre: Globo, 1984 .

Literatura comentada. (Seleção, notas e estudos de Regina Zilberman). São Paulo: Abril, 1982.

Instituto Estadual do Livro. Mario Quintana. Autores Gaúchos, Porto Alegre: IEL/ULBRA/AGE, 1996.

MARTINS, Cyro. Escritores gaúchos. Porto Alegre: Movimento, 1981.

SCHMIDT, Simone P. e BARBOSA, Marcia H.S. (Org.) Mario Quintana. Cadernos Porto & Vírgula, v. 14. Porto Alegre: SMC/Prefeitura Municipal, 1997.

SCHNEIDER, Sidnei. Mario Quintana, simplicidade e humor. Hora do Povo, São Paulo, 14 mai. 1994. Segundo Caderno, p.7.

A curiosa regra do sofrimento do artista. Hora do Povo, São Paulo, 20 fev. 1997. Segundo Caderno, p. 8.

Bilac e o parnasianismo. Poiésis, Porto Alegre: Ed. Autor, 2000. p.9.

SCHÜLER, Donaldo.  A poesia no Rio Grande do Sul. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1987.

Site: Mario Quintana: www.releituras.com/mquintana_bio.asp

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