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Cartas Envie sua carta: horadopovo@horadopovo.com.br hp@webcable.com.br 1º de Maio De fato, o pronunciamento do secretário-geral do MR8, Sérgio Rubens de Araújo Torres, foi antológico. Analisou e sintetizou muito bem, com o relato minucioso, todos os fatos da traição nacional dos tucanos na doação das 121 empresas estatais no desgoverno do finado FHC. Eu e todos os brasileiros de verdade nos orgulhamos do pronunciamento do Sérgio Rubens no Ato dos Sindicatos no 1º de Maio. Falou também das intenções de quererem os tucanos (PSDB e PFL) continuar a traição demolindo a Saúde Pública, a Educação Pública, a Previdência Social e o Estado como condutor da economia. Análise perfeita! Peço ao HP que aceite esta sugestão que vou dar: publicar o pronunciamento do Sérgio Rubens na primeira página nos dias da campanha e todas as vezes que puder. Sugiro aos partidos políticos como o PT, o PCdoB e o PMDB (de Simon, de Requião, de Itamar, de Quércia e outros de igual valor) incluírem em seus programas eleitorais esse pronunciamento até entrar na cabeça de grande parte do nosso eleitorado desinformado, o que fez o finado Fernando Henrique e seus comparsas. Também no Ato, gostei da frase do João Felício referindo-se aos neo-liberais, isto é, Serra, Alckmin, Jereissati, FHC, etc: “Ladrões de Direitos”. Essa frase inédita, esclarecedora e criativa vai colar nos tucanos e desmascará-los. Parabéns, João Felício. Recado ao Antonio Neto: Faça o favor de emagrecer (desculpe o atrevimento, grande homem). Cuidado com a sua saúde! Ela é importante para você e para todos nós. Para todo o Brasil. Sobre o PMDB: Que decepção a votação na candidatura própria. Tem que haver um expurgo nesse partido. Valentim Valente – correio eletrônico Amor pela Nação Nosso governo está parado. A causa é que os políticos estão todos concentrados para tirar “casquinhas” do governo Lula para tentar afetá-lo na eleição. Eu, como brasileiro, estou muito descontente com a situação como com a oposição do governo federal. É como se todas as questões que o Brasil tem se resumissem a bater no presidente. Como nossos representantes podem ficar alheios aos fatos importantes, brasileiros e mundiais, que estão ocorrendo? O que dá a entender é que os políticos só pensam neles (financeiramente e politicamente) e os outros problemas do Brasil se resolvem repassando o ônus ao povo. O que está precisando é um choque de amor pela Nação em nossos representantes. Franz
Josef Hildinger - Praia Grande (SP) Assunto doméstico A matéria do USA Today revelando uma suposta violação da privacidade dos cidadãos norte-americanos por parte de seu próprio governo (e, por razões óbvias, “nosso” governo), não trata de nenhuma novidade, ao contrário. Esta possível espionagem, na verdade, não teria sido iniciada após o 11 de Setembro, mas muito antes, se considerarmos as chamadas “teorias da conspiração” que sempre alegavam haver um “guarda chuva” tecnológico, um verdadeiro aparato capitaneado pelos serviços de inteligência norte-americanos, com ramificações na Europa e Oceania. O Parlamento Europeu, em 1999 já se manifestara a respeito e o Vaticano afirmou ser vítima de espionagem eletrônica. O caso Sivam, aqui no Brasil, foi fonte de polêmicas envolvendo escutas ilegais e empresas americanas e francesas. Resumir a existência de espionagem como assunto doméstico dos EUA, percebe-se, é “pensar pequeno”. Humberto Amadeu Capellari – correio eletrônico Morticínio Inacreditável que as ditas autoridades nacionais, sejam de âmbito municipal, estadual ou federal, só venham à público para fazer as suas lamentações costumeiras em relação ao constante morticínio de gente inocente e trabalhadora. Rio de Janeiro e São Paulo, as duas maiores cidades do país, sofrem com a maciça presença da bandidagem que age livremente e mata sem piedade a quem quer que seja ou esteja em seu macabro caminho. Policiais em serviço, homens e mulheres que transitam pelas ruas, ou até mesmo dentro de suas residências, já não têm mais paz nem segurança para poderem exercer o direito de ir e vir com relativa tranqüilidade. O poder no Brasil está, infelizmente, com a marginalidade. Nas ruas ou nas prisões, os delinqüentes fazem, quase que diariamente, as suas festas de sangue. Com essa “moleza” atual das leis brasileiras, os bandidos sabem que pouco ou nada sofrerão de rigorosa punição. As famílias de bem, que perderam seus entes queridos pelas balas dos marginais, com certeza irão agradecer, e aquelas que ainda não passaram pelas agruras desse sofrimento doloroso, também aplaudirão a sensatez política que urge em ser aplicada. Como está, é que não pode ficar. Fernando Al-Egypto – Petrópolis (RJ) |