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Cartas Envie sua carta: horadopovo@horadopovo.com.br hp@webcable.com.br Indigestos tucanos As “pesquisas” reveladas nas últimas semanas tentam, a todo custo, inflar as fragmentadas e indigestas candidaturas tucanas. No caso do Estado de São Paulo, por exemplo, as “pesquisas” induzem o leitor a crer que Serra ganharia logo no primeiro turno das eleições com, nada mais, nada menos, do que 64% dos votos válidos (!?!). Os fraudadores dos institutos de pesquisa parecem não estar conseguindo mais nem mesmo manter a coerência. Basta lembrar que, uma semana antes, a pesquisa revelava ser a capital paulista e o Estado de São Paulo, respectivamente, onde prefeito e governador acumulavam as maiores rejeições entre os cargos executivos de todo o país. Oportunamente, acusaram Kassab (e não Serra) e Lembo (e não Alckmin), que assumiram os cargos a pouquíssimo tempo, de serem os responsáveis pela fenomenal rejeição. Chega a ser ridícula tamanha dissimulação! Bem fez Mercadante, ao afirmar que se confiasse em institutos de pesquisa, jamais teria sido senador. Luciano
Gardim - Santos (SP) Estrupício Como estertores de mídia de um braço armado (o MR8) que pregava uma solução autista (a defesa da democracia através da luta armada) para o fim da ditadura militar, esse risível pasquim encontra espaço entre meia dúzia de leitores míopes (por sinal, sempre os mesmos, do que se depreende facilmente da leitura da seção de “cartas”). A publicação e o comentário jocoso (feito pela “redação”) da minha carta endereçada à V. Sas na última terça-feira, só ratifica o viés autoritário do qual vocês não conseguem se afastar. A luta armada só se justifica pra derrubar esse governo de vagabundos e corruptos que se instalou na alta cúpula desse país. Roberto Fontes - Coimbra - Portugal Nota
da Redação:
Ora vejam só! O galinho garnizé considera “autista” a luta armada
contra a ditadura, mas acha natural e anti-autoritária pregar, lá de
Portugal, a luta armada contra o arqui-democrático governo do presidente
Lula. E ainda quer que o HP publique na íntegra o seu besteirol. Vá te
catar, estrupício. Auschwitz e Palestina O Papa declarou que é “estarrecedor para um cristão visitar Auschwitz”! Concordo, mas, mais estarrecedor é o mundo estar assistindo algo muito pior, pois acontece na frente de nossos olhos diariamente: o cotidiano assassinato do povo palestino. O nazismo foi um acontecimento terrível, mas para este mundo atual, manter mais de 3 milhões de pessoas na maior cadeia do mundo e ver suas terras serem ocupadas, destruir o sonho de três gerações é algo normal, se praticado pelas principais vítimas no nazismo. Certamente dentro de alguns anos um Papa visitará a Palestina e dirá: “É estarrecedor saber que milhões de palestinos morreram em campos de refugiados sob as vista grossas da “humanidade”! Pasmem: Mais de 1 milhão de palestinos já morreram esperando por uma solução de seu drama. João Carlos Macluf – São Paulo (SP) Sony e Engevi Em 24/03 deste ano, a Engevi Eletrônica, indicada pela Sony, retirou minha TV 29 de casa para consertar. Dez dias depois, ligaram, depois de muita cobrança de minha parte, passando o orçamento no valor de R$ 200,00, incluindo a retirada de casa e a entrega. Alegavam que estavam demorando a passar o orçamento porque a Sony não passava os valores das peças. Bem, negociamos o pagamento e eu autorizei. Até hoje não tenho notícias de minha TV. Entrei em contato com a Sony e eles abriram um processo interno que nada resolveu até agora, pois a Engevi alegava que a Sony não entregava as peças. Tenho certeza que se vocês publicarem esta minha indignação com essa multinacional abusada em relação aos seus clientes, terei melhores chances de resolver meu problema, sem ter que recorrer juridicamente para defender meus direitos de consumidora. Ilda
Fiore – São Paulo (SP) PCC e celular Nos jornais saem explicações de como surgiu, por que cresceu e como acabar com a violência e o PCC. Cada um tem sua receita pronta e o festival de bobagens se completa. Porém, todos são unânimes em culpar o celular, que passou a ser considerado a arma mais letal dos últimos tempos. Todos são explícitos e unânimes de que se não fosse o celular, não existiria violência nem o PCC no Brasil. Acabar com o PCC? Somente se houver bloqueadores nas cadeias e desligamento das antenas nas cidades onde existam penitenciárias. Não se discute a colocação de detectores de metal, semelhante aos dos aeroportos e aos das portas de banco. Pedro C. da Costa – São Paulo (SP) |