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Cartas

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Baixaria e desequilíbrio

A senadora Heloisa Helena, em uma reunião da CPI, ao se dirigir ao depoente, disse: “pensei que ia chegar aqui e bater na sua cara!” Fiquei bobo com tanta  baixaria, tanta demagogia, desequilíbrio e despreparo justamente de quem critica os outros e quer ser presidente da República e talvez salvar a pátria com discursos e teorias. O deputado Rodrigo Maia usa a palavra e diz em plenário, em bom som: enquanto não votarmos o processo de cassação, ninguém vai votar nada. Aqui declaração irresponsável e chantagiosa. O senador Artur Virgílio e o deputado ACM Neto também, de forma condenável, cínica e demagógica ameaçam dar uma surra no Presidente da República. A deputada Zulaiê Cobra num outro momento de desequilíbrio e destempero diz que o Presidente da República é um “bandidão”, que coisa triste e feia. O senador Jorge Bornhausem numa postura de coronel antigo, cheio de ódio fez referência a pessoas usando a expressão “raça”, preocupante e triste ver alguém na posição deste senhor dando este tipo de exemplo, é ridículo. O senador Tasso Jereissati mais recentemente, também numa postura de coronel raivoso, aos gritos cobrava do ministro Tarso Genro que retirasse uma declaração ou então não ia votar mais nada, numa chantagem contra o governo e contra os interesses do povo esquecendo que é pago para cuidar disso. Esperamos que os próximos congressistas tenham realmente uma postura mais adulta, mais responsável e respeitosa e um pensamento voltado para um só partido chamado Brasil.

José Simão Silva - São Paulo (SP) 

Melhor tomar água

Se dependessem apenas das suas propagandas ridículas veiculadas na mídia, os refrigerantes Fanta, guaraná Kuat e Pepsi estariam falidos. A Fanta diz que, se você tomar, fica “bamboocha”. O guaraná Kuat diz que, se você tomar, fica “nhém nhém nhém”. E, para finalizar o besteirol e a completa falta de criatividade, a Pepsi diz que, se você tomar, fica “dá dá dá”. Esse festival de mediocridades faz com que muitos (como eu) evitem adquirir esses refrigerantes pois o péssimo gosto é patente e não queremos ficar idiotas do jeito que eles dizem, até porque não sabemos do que se tratam os abomináveis termos utilizados nas referidas mensagens de propaganda. É melhor tomar água.

Fernando Al-Egypto - Rio de Janeiro (RJ) 

Faculdades de faz-de-conta

Com relação ao ensino superior, algumas instituições têm estágios fracos; outras, pouco melhores. A maioria restringe este estágio à visita de alunos aos fóruns para copiar peças prontas. Há um desgaste do aluno por se tratar de um faz-de-conta. Satisfaz às escolas por continuarem recebendo as mensalidades dos alunos e às autoridades das instituições, por não haver envolvimento mais sério com os alunos. Os convênios deveriam ser formais entre as instituições públicas ou privadas de ensino de Direito e a Justiça, o Ministério Público, as delegacias policiais. Mesmo que fosse para executar serviço burocrático, não resta dúvida que um aluno aprenderia mais.

Pedro Cardoso da Costa – Interlagos (SP) 

Promessas básicas

Precisamos discutir as premissas básicas dos candidatos sobre diminuição de impostos, burocracia e gastos públicos. Isso não está claro de nenhum candidato. Tudo são promessas básicas do que se espera que quem sente na cadeira da presidência faça: cuidar da Educação, Saúde, Segurança, etc. O que não está sendo discutido é a administração pública como um todo. Nosso sistema é arcaico, gera vagabundice, cria cabides de empregos e ninguém é punido. Que os candidatos ponham na mesa suas pretensões porque o Brasil está pedindo por eficiência na administração pública.

Franz Josef Hildinger - Praia Grande (SP) 

Planos de ação

O programa qualitativo e quantitativo das propostas dos partidos é de fundamental importância para que se faça o planejamento estratégico dos anos de mandado, onde devem constar, de forma didática e pedagógica, cada um dos planos de ação. Os planos não devem conter apenas o que será feito, mas quais as origens dos recursos, onde serão desenvolvidos, em que data serão implementados e quais os resultados sociais, econômicos, ambientais e coletivos. Estas propostas detalhadas poderão chegar ao conhecimento dos eleitores através da mídia, pela Internet e no espaço livre que os partidos têm na televisão e no rádio.

Faustino Vicente - Jundiaí (SP)

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