Condoleezza admite que
crédito e armas de Bush é para comprar apoio no Oriente Médio à invasão do
Iraque
Sob o fogo da
Resistência no Iraque e a pressão crescente contra a guerra nos EUA, Bush
montou um pacote que serve ao mesmo tempo para aumentar as vendas para o
cartel bélico ianque e como tentativa de compra de apoio à ocupação do Iraque
e de “aliados” contra o Irã e a Síria.
Condolezza Rice
disse que o pacote de dez anos no valor de US$ 63 bilhões em créditos para a
venda de armamentos visa convencer estes países a “uma política mais
construtiva em relação ao Iraque”. Na mesma direção vai a conversa de unir
todo mundo contra a “nova ameaça”: o Irã.
Nicholas Burns,
secretário de Estado para Assuntos Políticos, disse que a venda de armas
poderia “ajudar a balancear as tentativas agressivas do Irã de dominar o
Oriente Médio”. Tudo muito parecido com a história das “armas de destruição em
massa” inventadas às vésperas da agressão para assaltar petróleo no Iraque.
Em relação a
Israel, a “ajuda” ianque deve passar de US$ 2,4 para US$ 3 bilhões por ano, ou
seja, metade do pacote destinado a toda a região vai para apoiar a ocupação da
Palestina, os autores das ameaças à Síria e da recente destruição e morticínio
genocida no Líbano. De quebra os EUA garantiram que os israelenses além da
grana pesada, teriam garantida a “vantagem tecnológica”, ou seja, as armas de
última geração, também para direcionar estes mísseis e aviões contra a Síria e
o Irã.